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Deputado Paulo Azi apresenta parecer favorável à tramitação da PEC que acaba com 6X1

Relator da matéria, baiano afirmou que não identificou qualquer vício de constitucionalidade no texto

  • Foto do(a) author(a) Pombo Correio
  • Pombo Correio

Publicado em 14 de abril de 2026 às 15:26

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Deputado federal Paulo Azi  Crédito: Divulgação

O deputado federal Paulo Azi (União Brasil) vai apresentar, nesta quarta-feira (15), o parecer pela admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da redução da jornada de trabalho, conhecida como PEC 6x1, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

Relator da matéria, Azi afirmou que não identificou qualquer vício de constitucionalidade no texto, o que permite o avanço da proposta para a próxima etapa de tramitação no Congresso Nacional. “Não existe nenhum ponto que possa ser efetivamente constatado como vício de constitucionalidade. O parecer caminhará pela admissibilidade, para que o tema seja discutido no mérito em comissão especial”, declarou.

Nesta fase da tramitação, cabe à CCJ avaliar a constitucionalidade da proposta. O debate sobre o mérito, incluindo impactos e eventuais mudanças no texto, ocorre posteriormente em comissão especial.

O parlamentar ressaltou a necessidade de equilíbrio na discussão do mérito. Azi defendeu que a próxima fase deverá tratar de pontos como regras de transição para as empresas, possíveis diferenciações entre setores e mecanismos de compensação que garantam segurança jurídica e econômica.

O deputado também rebateu críticas ao projeto e lembrou que argumentos semelhantes foram utilizados durante a elaboração da Constituição de 1988, quando a jornada semanal foi reduzida de 48 para 44 horas. Para Azi, o histórico demonstra que previsões trágicas do ponto de vista econômico não se confirmaram ao longo do tempo.

Ele também destacou que a negociação coletiva, frequentemente apontada como alternativa, não tem sido suficiente para promover avanços estruturais na redução da jornada de trabalho no país. O deputado também defendeu o protagonismo do Legislativo na condução do tema e avaliou como desnecessária a apresentação de uma nova proposta por parte do Executivo.