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'Se eu for eleito, a segurança pública vai ser blindada e sem nenhuma interferência política”, diz ACM Neto

Pré-candidato ao governo pelo União Brasil criticou a postura do governador Jerónimo Rodrigues (PT) diante da gravidade do tema

  • Foto do(a) author(a) Pombo Correio
  • Pombo Correio

Publicado em 1 de maio de 2026 às 09:30

Ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil)
Ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) Crédito: Marina Silva/Arquivo CORREIO

O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (30), em entrevista à rádio Piatã FM, que pretende, se for eleito governador da Bahia em outubro deste ano, blindar áreas estratégicas de um eventual governo, com prioridade para a segurança pública. Segundo ele, não haverá espaço para indicações políticas no setor e a escolha dos quadros será baseada em critérios técnicos.

“A gente tem como conviver com a política, tem como ter quadros políticos em algumas áreas do governo, mas tem áreas que vão ser completamente blindadas, preservadas. Educação, saúde, finanças, turismo e cultura, agricultura, indústria e comércio. Ou seja, tudo que tem a ver com a vida direta das pessoas vai estar blindado. Nós vamos escolher os melhores. E o primeiro e mais importante vai ser exatamente toda a estrutura da segurança pública em nosso estado. Não vai ter interferência política, não vai ter político trabalhando na área de segurança pública”, declarou.

Neto ainda criticou a postura do governador Jerônimo Rodrigues (PT) diante da gravidade do tema. “O que eu questiono em Jerônimo é a falta de humildade para colocar os pés no chão e reconhecer a gravidade do problema. Ele prefere o discurso, a propaganda, como se estivesse tudo bem, como se a Bahia vivesse num mundo perfeito. E não vive”, afirmou.

O ex-prefeito de Salvador ainda citou outros pontos que estão relacionados à violência, como o desemprego. “A Bahia está entre os estados com maior desemprego do Brasil. E uma coisa está diretamente ligada à outra: quanto mais desemprego, mais gente vulnerável à criminalidade e à violência”, enfatizou.

Para Neto, é preciso ter humildade para reconhecer o problema e ter coragem para enfrentar. “Combater a violência também é combater o desemprego, criar oportunidade, abrir caminho para que as pessoas possam viver com dignidade. E aí não tem jeito: o governador tem que se envolver. Tem que cair para dentro, tem que estar presente, tem que liderar e resolver”, salientou.