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Caso Neylton: assassinato completa três anos sem solução

Vítima tinha marcas de estrangulamento e espancamento; mandantes estão livres

  • D
  • Da Redação

Publicado em 6 de janeiro de 2010 às 12:31

 - Atualizado há 3 anos

Completa nesta quarta-feira (6) três anos que o funcionário da Secretaria Municipal de Saúde, Neylton Souto da Silveira, foi encontrado morto dentro das dependências do órgão, no Comércio. Ele tinha marcas de estrangulamento e espacamento.

Os vigilantes Josemar dos Santos e Jair Barbosa da Conceição são acusados de cometerem o crime e estão presos no Complexo dos Barris, em Salvador, à espera de julgamento.

Já a ex-subsecretária municipal de saúde, Aglaé Amaral Souza, e a ex-consultora técnica Tânia Maria Pimentel Pedroso, que foram denunciadas pelo Ministério Público (MP) como mandantes do crime, estão em liberdade. 

Segundo o juiz Moacyr Pitta Lima Filho, as duas não deveriam ser levadas ao júri popular por falta de provas que a incriminassem. O MP entrou com recurso no Tribunal de Justiça da Bahia contra a decisão do magistrado. As informações são do Jornal da Manhã.

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