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Empregada doméstica denuncia agressões de patroa no Rio Vermelho

Mulher é acusada de agredir a trabalhadora com socos. O nome da patroa não foi divulgado

  • D
  • Da Redação

Publicado em 21 de março de 2023 às 10:57

 - Atualizado há 3 anos

. Crédito: Reprodução/TV Bahia

A empregada doméstica Gleide das Graças Idalan de Jesus, de 53 anos, denunciou a patroa após sofrer uma série de agressões no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. As agressões aconteceram na semana passada. 

Segundo a Polícia Civil, a 7ª Delegacia (Rio Vermelho) está investigando o caso. Em entrevista à TV Bahia, Gleide contou que as agressões ocorreram após ela faltar ao trabalho por motivo de saúde. O nome da patroa não foi divulgado.

No local, encontrou talheres sujos espalhados pelo chão, copo quebrado e outros objetos fora do lugar. A patroa, então, exigiu que ela limpasse tudo, inclusive o cocô do cachorro da família - atividade que ela não fazia antes.

"Ela [patroa] ficou na copa escondida e olhava, depois se aproximou e eu disse: 'Bom dia, dona Mari, eu não vim ontem...' e ela falou: 'Não quero saber dos seus problemas, não quero saber de nada. Eu quero que você limpe os talheres, lave tudo e guarde, porque eu puxei a gaveta e caiu tudo ontem de noite [quinta]'", relatou.

Segundo Gleide, a patroa foi bastante agressiva e gritou. "Eu estou pagando e você vai ter que fazer". Em seguida, ela atendeu a ordem da mulher. Por ter faltado ao trabalho, Gleide teve R$ 200 descontados do salário. 

Elas discutiram e a situação se agravou. Segundo Gleide, a patroa jogou óleo de peroba no rosto dela e a impediu de sair da área de serviço, agredindo com socos e empurrões.

"Eu pedia calma e ela me batia. Eu comecei a chorar, perdi a voz e disse que ia chamar a mãe dela. Ela tentou tomar o celular, rachou meu aparelho e quebrou meu óculos. "Foram muitos murros e socos. Ela disse: 'Olhe, eu vou te furar, vou te matar, antes que você mate minha mãe, eu vou te matar", contou.

A empregada contou que a patroa chegou a ir na cozinha pegar uma faca. Então, ela se trancou no banheiro e gritou por socorro. "As vizinhas chamaram a polícia e me socorreram".

Em nota, a Polícia Civil informou que 7ª Delegacia expediu as guias para os exames periciais e vai apurar as denúncias realizadas pela funcionária.