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Thais Borges
Publicado em 27 de julho de 2015 às 15:36
- Atualizado há 3 anos
A juíza Marivalda Almeida Moutinho, que inocentou os nove policiais militares acusados de executar 12 pessoas no Cabula em fevereiro desse ano, chegou a ser afastada de suas funções pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2006. Justiça absolveu PMs envolvidos na morte de 12 pessoas no Cabula (Foto: Evandro Veiga/CORREIO) De acordo com o relatório do órgão na época, entre as acusações, estão o fato de que Marivalda aparece, como parte, em 18 processos de natureza bancária no 1ª Juizado Especial Cível de Defesa do Consumidor de Barris, no qual já atuava como magistrada. Ela também teria despachado processos fora de seu turno de trabalho – o que, segundo o CNJ afirmou à época, teria sido feito com a intenção de favorecer promotores e outra magistrada. >
Além disso, outra das acusações seria de que ela movimentava, em sua conta bancária, valores superiores à sua renda anual. >
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Na época, a defesa da juíza Marivalda recorreu e afirmou que a condenação se deu por meio de atos processuais ilegais. No entanto, o pedido de revisão da sentença foi indeferido pelo CNJ, através do relator Cláudio Godoy. Já em 2009, o processo foi arquivado. >