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Da Redação
Publicado em 4 de dezembro de 2018 às 18:16
- Atualizado há 3 anos
Os motoristas de trios elétricos passarão por bafômetro a partir do Carnaval do ano que vem, segundo Eliana Dumet, diretora de eventos da Saltur. Ela divulgou a novidade durante o V Fórum Carnaval, que aconteceu nesta terça-feira (4), no Sheraton da Bahia Hotel. No evento, o presidente do Comcar, Pedro Costa, que fez a abertura, lançou oficialmente o novo site do órgão, que terá atualizações com notícias de festas populares da cidade.>
Outra novidade na programação é a mudança de local do palco dos bailes infantis e orquestras, que sai do Campo Grande e passa a funcionar no Rio Vermelho, sempre a partir das 16h. “Entendemos que é um ponto central, que já tem um público natural, então o Rio Vermelho a ser o espaço das crianças, com suas fantasias e alegria, começando as tardes sempre com atrações voltadas pra elas”, explica Dumet.>
A diretora afirmou que mesmo em meio à crise, o Carnaval não para de crescer. “O que a gente vê de 2018 em relação a 2017 é que a gente teve um total de 372 de entidades na rua e, em 2017, foram 371. “Por mais que estejamos em crise, e as entidades estejam passando dificuldade, o que temos no Comcar é um registro de crescimento. Não só se manteve como cresceu 1, e o que justificou isso foi o Furdunço e o Fuzuê, todo ele mantido com recursos públicos, através de edital”, destaca. Evento aconteceu hoje (Foto: Divulgação) Debates No primeiro painel do Fórum, o de mais destaque, foi debatido o que é o maior desafio para a festa hoje, do ponto de vista de empresários e gestores: Viabilidade e Fortalecimento Empresarial para o Carnaval e outros eventos da cidade de Salvador. Participaram o Secretário Municipal de Cultura e Turismo, Claudio Tinoco, o Presidente da Saltur, Isaac Edington, os empresários da Central do Carnaval Kinho Nery e Tinho, o presidente da Associação dos Camarotes, Clinio Bastos e o presidente da Associação Baiana de Entretenimento, Marcelo Brito.>
Entre os assuntos discutidos, teve destaque e unanimidade sobre a urgência por solução para questão das taxas e tributos cobradas às entidades carnavalescas. “O que acontece é que muitas entidades não têm condições nem de pagar um TFF, e fica claro que Prefeitura precisa entender o tamanho desse problema e a dificuldade que isso gera em promover novos eventos, uma participação mais popular e a adesão de novas entidades, porque elas precisam de autorização da prefeitura e as taxas e tributos são altíssimos, o que inviabiliza” explica Brito.>