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Da Redação
Publicado em 26 de dezembro de 2010 às 05:10
- Atualizado há 3 anos
Redação CORREIO>
Fernando Carvalho apoiou o vitorioso Giovanni Luigi na eleição presidencial do Inter, mas tentou se afastar do trabalho direto no clube. Uma solicitação dos jogadores, entretanto, emocionou o vice de futebol colorado, que permanecerá atuando no clube - como assessor - em 2011. E quem assume a função legada por Fernando Carvalho é Roberto Siegmann, novo vice-presidente de futebol do Inter.Em entrevista publicada neste sábado no site oficial do Inter, Siegmann defendeu a renovação de contrato com o técnico Celso Roth. Ele destacou, principalmente, o comando de vestiário que o treinador colorado exerce:"A chegada do Roth possibilitou a conquista do bicampeonato da Libertadores. Testemunhei o quanto ele trabalhou, treinando em dois turnos, inclusive. Pude ver o quanto ele exige que os atletas se aperfeiçoem. A Libertadores começa já em fevereiro para nós, e uma eventual troca de técnico acabaria sendo perigosa neste momento. Roth é trabalhador, tem o vestiário na mão e conhece muito bem o grupo. Tenho excelente relacionamento com todos os componentes da comissão técnica. Confio na realização de um bom trabalho".Siegmann admitiu que há alguma resistência entre torcedores à permanência de Roth, mas aproveitou para pedir um voto de confiança."Entendo muito bem o sentimento do nosso torcedor. Por mais que o Inter tenha sido o maior vencedor em 2010, pelo título da Libertadores que conquistamos, houve uma frustração por parte da torcida com o desempenho na parte final do Brasileirão e no Mundial. Embora eu compreenda, um dirigente trabalha com dois elementos: a razão e a emoção. Eu confio no trabalho do Celso Roth e aproveito para pedir um voto de confiança da torcida, pela tradição vitoriosa do nosso futebol".Sobre a eliminação para o Mazembe na semifinal do Mundial de Clubes, Siegmann lembrou que o Inter estava lá, como bicampeão da Libertadores, o que reitera sua condição de clube vencedor."Não foi diferente dos demais torcedores, dirigentes, treinador e atletas. Todos ficaram muito abatidos pela derrota inesperada contra o Mazembe. Mas há algo que não pode ser desprezado: o Inter estava entre os melhores de cada continente. Só se disputa esta competição quem está no topo do futebol mundial. Para perder um título, é necessário disputá-lo, privilégio de poucos". As informações são do Globo Esporte.>