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Operação encontra produtos vencidos e má higiene em boxes da Feira de São Joaquim

A ação teve como alvo a venda clandestina de alimentos sem regularização sanitária e fiscal.

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 21 de maio de 2026 às 12:57

Material apreendido na Feira de São Joaquim
Material apreendido na Feira de São Joaquim Crédito: Divulgação

Uma operação integrada realizada pela Polícia Civil da Bahia nesta quinta-feira (21) identificou irregularidades na comercialização de produtos lácteos na Feira de São Joaquim, em Salvador. Batizada de Operação Rota do Queijo, a ação teve como alvo a venda clandestina de alimentos sem regularização sanitária e fiscal.

Cinco estabelecimentos foram fiscalizados por equipes da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), Vigilância Sanitária e outros órgãos estaduais e municipais. Durante as inspeções, os agentes apreenderam queijos e demais alimentos sem comprovação de origem, armazenados fora dos padrões exigidos pelas normas sanitárias. Também foram encontrados produtos com prazo de validade vencido.

Produtos apreendidos por Divulgação

Segundo os órgãos envolvidos, parte das mercadorias apresentava datas de validade adulteradas ou removidas, o que pode indicar tentativa de esconder a condição imprópria dos itens expostos à venda.

As equipes também identificaram problemas graves nas áreas de armazenamento. Em alguns estoques usados para guardar alimentos destinados ao consumo humano, havia presença de animais e condições consideradas inadequadas de higiene e segurança alimentar.

A operação teve como foco a apuração de crimes contra as relações de consumo, concorrência desleal e outras infrações administrativas e penais.

Participaram da ação servidores da DECON, vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), além de equipes da Secretaria da Fazenda da Bahia (Sefaz), Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Vigilância Sanitária (Visa), Diretoria de Ações de Proteção e Defesa do Consumidor (Codecon) e Guarda Civil Municipal (GCM).

Três pessoas foram presas em flagrante suspeitas de comercializar, armazenar ou expor produtos impróprios para consumo em desacordo com as normas sanitárias e de defesa do consumidor. Elas foram encaminhadas à unidade policial e seguem à disposição da Justiça.

Os materiais apreendidos passarão por perícia técnica no Departamento de Polícia Técnica (DPT).