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Millena Marques
Publicado em 8 de abril de 2026 às 08:58
A Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) realiza neste domingo (12), às 11h, mais uma edição da Série Manuel Inácio da Costa, que leva apresentações gratuitas a igrejas de Salvador. Desta vez, o concerto acontece no Santuário Nossa Senhora de Fátima, localizado no Colégio Antônio Vieira, no bairro do Garcia. A entrada é gratuita, sujeita à lotação, com abertura dos portões prevista para 10h30. >
A regência será do maestro convidado Felipe Prazeres, atual titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e maestro associado da Orquestra Petrobras Sinfônica. Ele também é diretor artístico e cofundador da Orquestra Johann Sebastian Rio, reconhecida como uma das principais orquestras de câmara do país.>
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“É sempre uma alegria estar perto da Osba, essa orquestra que também faz parte da minha história como regente. Minhas primeiras apresentações como regente na Osba foram há cerca de dez anos, um importante divisor de águas na minha trajetória. Agora volto para reger esse concerto que fala de momentos diferentes na música sinfônica e eu tenho certeza que o público vai adorar”, afirma Prazeres.>
O concerto contará ainda com participações do chefe de naipe dos violoncelos da Osba, Thomaz Rodrigues, e da soprano convidada Gabriella Pace. No repertório, estão duas obras do compositor russo Piotr Tchaikovsky: “Andante Cantabile, TH 63” e “Variações sobre um Tema Rococó, Op. 33 TH 57”. O programa inclui também a “Sinfonia nº 35 em Ré Maior, K. 385 ‘Haffner’”, de Wolfgang Amadeus Mozart, além de “Sieben Frühe Lieder (Sete Canções Iniciais)”, do austríaco Alban Berg.>
A proposta do concerto é conduzir o público por diferentes períodos da música de concerto, passando pelo classicismo de Mozart, o romantismo de Tchaikovsky e a modernidade de Berg — uma travessia de quase dois séculos em uma única apresentação.>
Criada em 30 de setembro de 1982, a Orquestra Sinfônica da Bahia é um dos corpos artísticos do Teatro Castro Alves. Desde abril de 2017, sua gestão é realizada pela Associação Amigos do Teatro Castro Alves (ATCA), organização social sem fins lucrativos, mantendo-se como um corpo artístico público financiado pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia.>