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PF investiga fraudes no INSS e inserção de dados falsos na Bahia

Mandados são cumpridos em Salvador, Nazaré e Vera Cruz

  • Foto do(a) author(a) Esther Morais
  • Esther Morais

Publicado em 19 de maio de 2026 às 11:57

FILA NACIONAL DO INSS
Fila do INSS Crédito: Reprodução/ Agência Brasil

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (19), a Operação Colina, que investiga um esquema criminoso de fraudes previdenciárias envolvendo a manipulação de sistemas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na Bahia.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador, Nazaré e Vera Cruz. As ordens judiciais foram expedidas pela 17ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia.

Falta de comprovação do tempo mínimo de contribuição;  por Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Segundo a PF, as investigações começaram após relatórios da Coordenação de Inteligência Previdenciária (COINP/MPS) apontarem que um servidor do INSS, lotado em Salvador, estaria realizando remarcações indevidas e sucessivos adiamentos injustificados de perícias médicas.

De acordo com a corporação, a prática impedia que segurados fossem avaliados por peritos oficiais, permitindo a renovação automática e irregular de auxílios-doença por incapacidade temporária.

Os investigadores identificaram ainda o adiamento de perícias sob justificativas falsas, como alegações de “falta de atendimento médico”, mesmo em dias de funcionamento normal das agências.

A análise de quebras de sigilo bancário também revelou movimentações financeiras consideradas suspeitas. A PF apura a participação de intermediários que recolhiam dinheiro de beneficiários e repassavam vantagens indevidas ao servidor investigado.

Ainda segundo a investigação, parte dos beneficiários envolvidos já havia sido alvo de apurações anteriores da Polícia Federal.

Os investigados poderão responder por crimes como inserção de dados falsos em sistema de informações, corrupção passiva e outros delitos que ainda poderão ser identificados durante o inquérito.

O material apreendido será analisado pela perícia para dimensionar o prejuízo causado aos cofres públicos e identificar possíveis novos envolvidos no esquema.

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