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Suspeito de matar Nego Pom nega envolvimento no crime: 'Estava dormindo'

Segundo a Polícia Civil, Marreta ainda é suspeito de ter matado uma mulher em Periperi em fevereiro deste ano

  • D
  • Da Redação

Publicado em 5 de julho de 2016 às 18:46

 - Atualizado há 3 anos

Apontado como um dos suspeitos pela morte do dançarino Marcos Venício Santos de Jesus, 32 anos, conhecido como Nego Pom, Luan Marques Sampaio dos Santos, 18, o Marreta, negou envolvimento no crime. Segundo a Polícia Civil, Marreta ainda é suspeito de ter matado uma mulher em Periperi em fevereiro deste ano - ele também nega ligação com este crime e diz desconhecer a vítima.

No dia da morte de Nego Pom, Marreta afirmou que estava em casa, na Nova Constituinte, dormindo e acordou com o barulho de tiros. Ao sair de casa, já viu o corpo do dançarino e produtor caído na rua. "Estava dormindo. Não tive participação", afirmou. O crime aconteceu no início da tarde do dia 21 de junho.Marreta foi preso quando tentava roubar uma moto (Foto: Divulgação/Polícia Civil)O delegado Jamal Amad confirmou a versão de que Nego Pom morreu por entrar na Nova Constituinte procurando por uma pessoa que faz parte de um grupo rival ao Bonde do Maluco, que age na região - Marreta seria ligado ao grupo criminoso. Três a cinco pessoas participaram do crime, atacando o dançarino, que foi morto com pedradas e tiros. A polícia ainda não sabe se foi Marreta quem atirou na vítima.

Marreta foi autuado por assalto e é investigado pelos dois homicídios. Além de Nego Pom, ele é apontado como envolvido na morte de Jucimara Soares da Silva, 23 anos, que foi morta na Nova Constituinte com vários tiros na cabeça.

PrisãoMarreta e um comparsa, Tiago dos Santos Bezerra, 22,  foram presos pela Polícia Militar, enquanto roubavam uma moto em Paripe. Um terceiro envolvido fugiu. O trio parou um Celta vermelho na BA-528, próximo a um quebra mola, deixando o pisca alerta ligado, como se o veículo estivesse quebrado. Eles esperaram a primeira vítima parar no local. Um homem que passava de moto reduziu a velocidade e acabou sendo abordado pelo trio.

Em seguida, uma viatura da  19ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Paripe) passou pelo local e flagrou os criminosos. Enquanto Tiago e Marreta foram presos, o terceiro fugiu de carro. Segundo a polícia, Tiago não tem envolvimento com a morte do dançarino Nego Pom, mas a polícia encontrou com ele um revólver de calibre 38 e ele foi autuado por assalto a mão armada. Nego Pom (Foto: Reprodução)CrimeGuiado pelo GPS, Nego Pom queria chegar em Vista Alegre. No entanto, acabou parando na Nova Constituinte, em Periperi, território da facção Bonde do Maluco (BDM), local onde foi atacado a tiros e pedradas, no dia 21 de junho. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital do Subúrbio, mas não resistiu.

Segundo uma moradora da região, ele procurava, sem saber, uma pessoa ligada a uma facção rival. Marcos Venício era dançarino da banda Guetto é Guetto, que acabou após a morte dele.

“Ele estava de moto e visivelmente perdido. Perguntou como fazia para chegar em Vista Alegre, porque tinha que pegar o dinheiro na mão de um tal Jefinho para pagar a banda que produzia, a Hit Hall’s”, disse a mulher, que inicialmente não reconheceu o dançarino. “Eu o via com os dreads, mas como ele estava sem, nem liguei o nome à pessoa. Só alguns minutos depois que o reconheci, quando caído e coberto de sangue”, contou a mulher ao CORREIO.

De acordo com a testemunha, por volta das 15h, Marcos Venício entrou na Rua Ana Cristina, que liga a Nova Constituinte à localidade do Congo. Ele queria sair logo da Nova Constituinte e entrou por conta própria na Rua Ana Cristina, onde parou a moto em frente a um lava-jato. Em seguida, desceu falando no celular, como se estivesse querendo confirmar o endereço com alguém.

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