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Quase 80% dos brasileiros dormem menos de 7h por dia; entenda os riscos

Segundo a Associação Brasileira do Sono, cerca de 73% dos brasileiros relatam algum distúrbio do sono, além de 32% da população adulta sofrer com insônia crônica

  • Foto do(a) author(a) Perla Ribeiro
  • Perla Ribeiro

Publicado em 5 de maio de 2026 às 16:21

sono
Quase 80% dos brasileiros dormem menos de 7h por dia; entenda os riscos Crédito: Reprodução | Freepik

O Brasil está entre os países com o maior déficit de sono global, segundo o Instituto Nacional do Sono (INES), com média de 6h24 por noite, o que está abaixo das 7h a 9h recomendadas para adultos pela Fundação Nacional do Sono para manter o foco, a disposição e a produtividade ao longo do dia seguinte, além de evitar problemas cardiovasculares e o enfraquecimento do sistema imunológico.

A pesquisa inédita realizada pelo Soldiers Insights, observatório da suplementação em âmbito nacional da Soldiers Nutrition, reafirmou esse cenário. Com 522 entrevistados, o estudo revelou que 78,5% das pessoas dormem menos de 7h por dia e 37% afirmaram ter dificuldades frequentes para dormir, um reflexo de que dormir mal já é normalizado entre a rotina corrida dos brasileiros.

A deficiência de magnésio pode prejudicar a qualidade do sono (Imagem: MAYA LAB | Shutterstock) por Imagem: MAYA LAB | Shutterstock

“O objetivo com esse novo levantamento é entender de que forma nossos consumidores se encaixam nas mudanças referente ao aumento de insônia vivido pelos brasileiros e buscar formas de atender essas demandas. Por isso, trouxemos também entre os insights a forma como eles enxergam a suplementação na rotina noturna e se estão adeptos a esse apoio para melhorar a qualidade do sono”, afirma a diretora executiva da Soldiers Nutrition, Fabíula Freire.

A crise do sono não é novidade. Segundo a Associação Brasileira do Sono, cerca de 73% dos brasileiros relatam algum distúrbio do sono, além de 32% da população adulta sofrer com insônia crônica. Nesse contexto, a busca por maneiras de auxiliar esses problemas de forma prática tem aumentado cada dia mais e, entre elas, uma ganhou muito destaque: a melatonina.

Segundo o Google Trends, o termo “melatonina” quadruplicou seu volume de buscas no Brasil nos últimos cinco anos, sendo o sétimo país mais interessado no assunto. O Soldiers Insights identificou que a demanda pelos suplementos de sono seguiu o mesmo padrão de aceleração registrado nas buscas orgânicas, com crescimento consistente mês a mês, e forte aceleração no início de 2026.

Segundo o levantamento, 63% dos entrevistados consideram utilizar suplementos para ajudar na rotina de sono. “A melatonina é um hormônio que sinaliza ao corpo que é hora de dormir. Quando os níveis endógenos estão comprometidos por luz artificial, estresse ou rotina irregular, a suplementação de baixas doses pode restaurar o ritmo circadiano de forma fisiológica”, afirma médico nutrólogo, especialista em medicina integrativa e endocrinologia, consultor da Soldiers Nutrition, Samuel Gonçalves.

É muito comum a ideia de que o público masculino não é o alvo para suplementos com foco em bem-estar, mas dados da pesquisa da Soldiers Nutrition mostram o contrário. Entre os entrevistados, mais de dois terços dos compradores dos produtos de sono são homens e 62,2% afirmam que a melhora no rendimento nos treinos é a maior motivação para dormir melhor.

“O homem brasileiro, especialmente aquele que possui uma rotina ativa de treinos ou uma alta demanda profissional, passou a entender que o sono é uma forma de recuperação do corpo e, consequentemente, de garantir maior disposição e performance nas atividades físicas, além de produtividade no trabalho. É uma narrativa nova que abriu portas que o discurso de bem-estar não conseguia sozinho”, declara o especialista.

Ainda assim, algumas pessoas apresentam barreiras com a suplementação, entre os principais motivos, o estudo identificou medo de criar dependência (36% dos entrevistados), preço (33%) e falta de informação (32%). “O problema não está no suplemento em si, mas no consumo sem indicação e acompanhamento médico, afinal, pode ser identificado dificuldades individuais relacionadas ao sono de cada pessoa”, ressalta o médico.

Para além da melatonina, o magnésio é um mineral muito importante na rotina de sono e que também pode ser consumido através de suplementação. Entre os pedidos da Soldiers Nutrition, entre fevereiro e março de 2026, houve um aumento de 40% em trimagnésio, que combina três formas de magnésio com ação reconhecida na regulação do sistema nervoso.

“A falta de magnésio no corpo é algo comum e que muitas vezes passa despercebida. Hoje, cerca de 60% a 70% dos brasileiros não consomem a quantidade ideal do mineral apenas com alimentação. Ao fazer a reposição, especialmente com o magnésio L-Treonato, muitos pacientes relatam uma melhora significativa no sono e na função cognitiva”, afirma o profissional.