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Da Redação
Publicado em 23 de dezembro de 2012 às 20:18
- Atualizado há 3 anos
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Nada de iPad e tablet que exigem muito do bolso. O que atraiu os brasileiros neste ano foram as pranchetas eletrônicas com custo abaixo de R$ 1 mil. De janeiro a outubro de 2012, a participação dessa categoria no mercado de tablets subiu de 25,3% para 57,7%, segundo levantamento da empresa de pesquisa Nielsen. Não são aparelhos extremamente sofisticados, mas têm as características suficientes para o usuário de nível básico: preço acessível, plataforma Android, conexão wi-fi à internet e sete polegadas, tamanho que torna fácil carregar o dispositivo numa bolsa ou num casaco. “O iPad e o Galaxy Tab são os tops de linha, mas o mercado está concentrado nos tablets mais simples”, disse o diretor de Telecom da Nielsen, Thiago Moreira.“No ranking dos tablets mais vendidos do Brasil, os quatro primeiros custam menos do que R$ 1 mil”, acrescentou.Uma empresa importante nesse setor é a DL, que temdez modelos de tablets em linha de produção a preços que variam entre R$ 350 e R$ 1.300. Se analisados os números da empresa e o último levantamento da IDC, é possível dizer que a DL tem cerca de um terço do mercado. A fábrica da empresa fica em Santa Rita do Sapucaí (MG). Lá são feitas tablets pretos, brancos, cor-de-rosa, com suporte para wi-fi e/ou 3G, tela 3D, plataforma configurada para crianças, uma variedade que destoa das multinacionais, que têm dificuldade de lançar produtos para nichos específicos.>