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Da Redação
Publicado em 5 de junho de 2014 às 07:21
- Atualizado há 3 anos
Em apenas quatro anos, o Brasil caiu seis posições na lista de estrangeiros mais recusados nos países da União Europeia. De acordo com a Agência Europeia de Controle de Fronteiras (Frontex), a queda foi de 59%. A maioria dos casos aconteceu nos aeroportos europeus, onde os deixaram, pela primeira vez no ano passado, como a nacionalidade mais barrada desde que a Frontex começou a contabilizar esses dados, em 2008. Em entradas recusadas via áerea, no ano passado, o Brasil perde apenas para a Albânia. Quando consideradas todas as fronteiras - aérea, marítima e terrestre - o fluxo de brasileiros impedidos caiu 17% entre 2012 e 2013. Nenhum outro país da América Latina está entre os dez primeiros da lista. O principal motivo para a proibição é a falta de documentação. Já a queda é justificada pela melhora das condições econômicas no Brasil, enquanto a União Europeia sofreu deterioração. Dados do Instituto de Estatística da UE (Eurostat) revelam também uma queda de 55% no número de brasileiros vivendo ilegalmente em país europeus nos últimos quatro anos.>