Aluna de 13 anos é filmada fazendo sexo em escola de São Paulo

Aluna de 13 anos é filmada fazendo sexo em escola de São Paulo

Cenas de sexo oral explícito foram filmadas em dois ângulos

Uma estudante de 13 anos foi filmada pelo celular fazendo sexo oral em Bauru (SP). O vídeo teria sido feito na quadra de uma escola estadual, no Núcleo Gasparini, e foi parar nos aparelhos da maioria dos estudantes. O rapaz tem o rosto preservado por quem está filmando. O delegado aguarda detalhes para abrir inquérito policial.

O Conselho Tutelar de Bauru disse que o caso está sob a responsabilidade da Secretaria Estadual de Educação. Já o departamento do estado afirmou através de nota que a menina foi suspensa por três dias. No entanto, a secretaria não confirma que as imagens foram feitas dentro da escola.

As cenas de sexo oral explícito foram filmadas em dois ângulos, o que indica que pelo menos outras duas pessoas presenciaram o ato. O vídeo tem duração de 1m25s e foi gravado em plena luz do dia.

Crime
A polícia alertou que em casos de gravação de imagens de sexo explícito envolvendo menor de idade é crime, mesmo sem ser divulgada na internet. A delegada da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Flávia Regina dos Santos Ueda, orienta os pais. "Primeiro é preciso que os pais trabalhem a prevenção para que casos como este seja evitado. Conversar é sem dúvida o primeiro passo. Hoje em dia a facilidade de gravar e divulgar imagens é grande", disse.

Já o delegado da Delegacia da Infância e da Juventude (Diju), Ronaldo Divino, informou que aguarda os detalhes do caso para iniciar uma investigação. "Vamos ter que ouvir os envolvidos, chamando a adolescente, a mãe e a direção da escola. Depois, se há maior de idade entre as pessoas que filmaram. Estou aguardando a ocorrência, mas mesmo se não existir o registro a polícia pode começar a investigação", comentou.

A mãe de uma aluna da escola tomou a iniciativa de procurar a mãe da jovem que aparece no vídeo. “Minha filha de 14 anos foi quem me mostrou o vídeo. Eu fiquei nervosa. Peguei o celular e fui até o Conselho Tutelar. Depois passei na Diretoria de Ensino e me orientaram a ir na escola. Mais tarde passei na casa da mãe da adolescente para contar e mostrar o vídeo. Ela ficou nervosa e não acreditava que era a filha dela no celular. Eu já tentei anteriormente até tirar minhas filhas da escola, mas não deu. Só quero que melhore a situação na escola. Tenho preocupação de deixar minhas filhas irem estudar lá”, disse a mulher, que prefere não ser identificada. As informações são do G1.