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Da Redação
Publicado em 10 de janeiro de 2014 às 17:23
- Atualizado há 3 anos
Os militares envolvidos no episódio da prisão de dois moradores da comunidade quilombola 'Rio dos Macacos' na última segunda-feira (6) foram afastados dos postos de serviço na Vila Naval da Barragem como medida preventiva, informou em nota nesta sexta-feira (10) a Marinha do Brasil, através do Comando do 2º Distrito Naval.>
A Marinha ressaltou que foi instaurado um Inquérito Policial Militar para apurar as circunstâncias, os fatos e as responsabilidades pelo ocorrido. "O procedimento investigativo contará com a assistência do Ministério Público Militar e será conduzido com transparência e imparcialidade", diz a nota. A Marinha também afirmou que serão atendidas as demandas do Ministério Público Federal (MPF) sobre o tema. A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) do Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) instaurou um inquérito civil público na última terça-feira (7) com o objetivo de apurar as supostas agressões sofridas pelos moradores da comunidade quilombola Rio dos Macacos. >
Veja a nota da Marinha na íntegra:"A Marinha do Brasil (MB), por intermédio do Comando do 2º Distrito Naval, esclarece que, em decorrência do episódio envolvendo a detenção de dois moradores da chamada “comunidade Rio dos Macacos”, no último dia 6 de janeiro, instaurou um Inquérito Policial Militar para apurar os fatos, as circunstâncias e as responsabilidades pelo ocorrido.>
O procedimento investigativo contará com a assistência do Ministério Público Militar e será conduzido com transparência e imparcialidade. Como medida preventiva, os militares envolvidos no episódio foram afastados dos postos de serviço na Vila Naval da Barragem.>
Registra-se que as demandas do Ministério Público Federal sobre o tema serão atendidas tempestivamente.Cabe ressaltar que a MB é uma Instituição secular, com longa tradição no cumprimento de tarefas em apoio às necessidades da população, estando permanentemente comprometida com o Estado Democrático de Direito e com o respeito à dignidade humana, repudiando, portanto, quaisquer atos de violência".>
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