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Piloto morto após avião bater em prédio e cair morava na Bahia

Wellington de Oliveira Pereira tinha endereço em Vitória da Conquista

  • Foto do(a) author(a) Elaine Sanoli
  • Elaine Sanoli

Publicado em 4 de maio de 2026 às 21:45

Wellington de Oliveira Pereira morreu após a colisão da aeronave
Wellington de Oliveira Pereira morreu após a colisão da aeronave Crédito: Reprodução

Após colidir com um prédio em uma área residencial de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, o piloto da aeronave acidentada foi encontrado morto nesta segunda-feira (4).

Ele foi identificado como Wellington de Oliveira Pereira, de 34 anos. Natural de Colorado, no Paraná, o profissional da aviação residia atualmente em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, segundo informações da TV Globo.

Wellington de Oliveira Pereira, de 34 anos por Reprodução

Wellington é uma das três vítimas fatais do acidente. O segundo corpo encontrado foi o de Fernando Moreira Souto, de 36 anos. Ele era médico veterinário e filho do prefeito da cidade de Jequitinhonha, em Minas Gerais.

A terceira morte registrada foi a de Leonardo Berganholi, de 50 anos. O empresário chegou a ser socorrido em estado grave para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Além das vítimas fatais, outras duas pessoas ficaram feridas na colisão. Arthur Schaper Berganholi, de 25 anos, e Hemerson Cleiton Almeida Souto, de 53, estão internados no Hospital João XXIII.

Avião bateu no prédio e caiu por Reprodução/TV Globo

O acidente ocorreu no bairro Silveira, em um prédio residencial na Rua Ilacir Pereira Lima. A aeronave partiu da cidade de Teófilo Otoni com destino à São Paulo e realizou uma parada em Minas Gerais. O veículo tinha capacidade para até cinco pessoas e atingiu o estacionamento do edifício. Momentos antes da queda, o piloto chegou a comunicar à torre de controle do Aeroporto da Pampulha que enfrentava dificuldades durante a decolagem, pois não conseguia manter altitude.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave não possuía autorização para operar como táxi aéreo. A Força Aérea Brasileira (FAB) enviou investigadores para apurar as causas do acidente.