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Perla Ribeiro
Publicado em 5 de fevereiro de 2026 às 15:57
Acordar cansado, com dores nas costas ou no pescoço, mesmo após uma noite aparentemente longa de sono pode ser um sinal de alerta. Na maioria dos casos, o problema não está na quantidade de horas dormidas, mas na qualidade do descanso, diretamente ligada às condições do colchão. Quando ele já não oferece a sustentação adequada, o corpo passa a dormir em posições prejudiciais, comprometendo o bem-estar. >
O cenário é ainda mais preocupante quando se observam os dados nacionais. Uma pesquisa do Ministério da Saúde, referente a 2024, revela que três em cada dez brasileiros enfrentam problemas para dormir, incluindo quadros de insônia. O levantamento, que integra o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas, aponta ainda que 20% dos adultos dormem menos de seis horas por noite, índice mais elevado entre as mulheres. Esses números reforçam a importância de olhar para o sono como questão de saúde e para o colchão como um aliado essencial nesse processo.>
Especialista do sono da Anjos Colchões & Sofás, Jeziel Rodrigues explica que o item ainda é um dos produtos mais negligenciados quando o assunto é manutenção e troca. “O problema é que o desgaste nem sempre é visível. Com o tempo, o colchão perde a capacidade de sustentar corretamente a coluna, o que força o corpo a se adaptar a posições inadequadas durante o sono”, explica o profissional.>
Três dicas que podem fazer a diferença:>