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'Era briga todo dia', diz vizinho de mulher morta no dia do casamento

Nájylla Duenas Nascimento foi assassinada a tiros pelo guarda municipal Daniel Barbosa Marinho, em São Paulo

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 11 de maio de 2026 às 17:53

Nájylla foi morta a tiros na festa de casamento
Nájylla foi morta a tiros na festa de casamento Crédito: Reprodução

Vizinhos da mulher morta pelo marido horas após a celebração do casamento, na cidade de Campinas, em São Paulo, afirmam que as brigas entre o casal eram constantes. Nájylla Duenas Nascimento, de 34 anos, foi executada a tiros pelo guarda municipal Daniel Barbosa Marinho, no sábado (9).

Um morador que mora próximo a casa onde Nájylla e Daniel viviam contou que gritos e xingamentos eram ouvidos com frequência. As informações são da CNN Brasil. “Era briga todo dia. A gente ouvia muitos gritos, palavrões, discussão quase sempre”, afirmou o homem, que não se identificou à reportagem. 

Nájylla foi morta a tiros na festa de casamento por Reprodução

Ainda de acordo com a CNN, familiares e amigos disseram que Daniel apresentava comportamento agressivo quando consumia bebida alcoólica. A discussão entre ele e a mulher começou durante a confraternização do casamento, após a cerimônia no cartório.

Durante a confusão, familiares conseguiram retirar as crianças que estavam no imóvel. Ainda segundo o registro policial, o agente pegou a arma funcional, agrediu a mulher e efetuou disparos contra ela antes de deixar o local. Testemunhas contaram que o guarda retornou pouco tempo depois e voltou a atirar na vítima.

Nájylla chegou a receber atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos. O caso foi tratado como feminicídio. Conforme informou a Guarda Municipal, o próprio agente acionou a corporação após o crime. Ele foi encaminhado para a 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde foi autuado em flagrante.

“A Guarda Municipal lamenta profundamente o fato e reafirma seu compromisso com o combate a qualquer forma de violência”, informou a corporação. A Guarda também informou que a Corregedoria acompanha o caso e deve instaurar procedimentos administrativos e disciplinares para apurar a conduta do servidor.