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Responsáveis por parque são presos após morte de cantora gospel em brinquedo

Dois homens foram autuados por homicídio culposo e lesão corporal

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 13 de abril de 2026 às 10:00

Cantora morreu em acidente no Minas Center Park
Cantora morreu em acidente no Minas Center Park Crédito: Reprodução

Dois responsáveis pelo parque itinerante instalado em Itabirito, no interior de Minas Gerais, foram presos em flagrante após o acidente que terminou com a morte da cantora Carolina Beatriz, de 21 anos. A prisão ocorreu ainda na noite de sábado (11), logo depois da ocorrência em um dos brinquedos do Minas Center Park.

Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, os detidos, de 24 e 45 anos, foram encaminhados à 2ª Central Estadual do Plantão Digital, onde prestaram depoimento. Após serem ouvidos, a autoridade policial confirmou a prisão em flagrante pelos crimes de lesão corporal e homicídio culposo. Logo após o acidente, o brinquedo envolvido foi interditado. Equipes da perícia técnica estiveram no local

O velório da cantora gospel ocorreu na tarde de domingo (12) por Reprodução

No momento do acidente, a jovem estava acompanhada de familiares. O irmão dela também precisou ser levado ao hospital, mas já recebeu alta médica.

A defesa da família da vítima levantou dúvidas sobre as condições de funcionamento do parque e das atrações. O advogado Daniel Soares afirmou que há indícios de problemas estruturais nos equipamentos. “Alguns brinquedos estavam sendo escorados com pedaços de madeira”, disse ao jornal Estado de Minas. 

Parque tinha alvará válido

Em nota, a Prefeitura de Itabirito informou que o parque possuía alvará de funcionamento válido. O município destacou ainda que as liberações técnicas relacionadas à segurança são de responsabilidade do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais e afirmou que acompanha o caso enquanto aguarda a conclusão das investigações.

Já o Corpo de Bombeiros esclareceu que a documentação referente às medidas de prevenção contra incêndio e pânico estava regular, conforme declarado pelos organizadores. A corporação ressaltou que sua atuação não envolve a avaliação técnica do funcionamento dos brinquedos, que depende de laudos específicos e fiscalização municipal.

A Polícia Civil informou que aguarda a conclusão dos laudos periciais para esclarecer completamente o que provocou o acidente. O caso segue sob investigação.