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Jairo Costa Jr.
Publicado em 9 de novembro de 2023 às 08:42
Com um hiato de quatro anos, o TCE deve julgar nesta quinta-feira as contas do chefe da extinta Bahiatursa, Diogo Medrado, relativas ao exercício de 2019. Relatório de auditoria elaborado pelos técnicos da corte de contas do estado apontou sete irregularidades graves na gestão de Medrado à frente do órgão, transformado depois em Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur). Entre os quais, pagamentos expressivos a título de indenização por despesas não emergenciais e excesso de contratos diretos sem licitação relativos a patrocínio para eventos. >
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Contudo, uma das irregularidades mais graves apontadas pelo TCE diz respeito a empenhos em valores fictícios e menores que as despesas efetivamente pagas por Medrado. Ou seja, repassar mais do que estava previsto sem qualquer justificativa.>