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Bianca Hirakawa
Publicado em 13 de março de 2026 às 14:00
Muitas mulheres acreditam que aquela xícara de café matinal é inofensiva durante a espera pelo bebê. No entanto, uma pesquisa recente conduzida pela doutora Anni Kukkonen revela dados preocupantes sobre esse hábito tão comum. >
O estudo foca em como a substância age no organismo frágil do feto. A pesquisadora analisou como a substância atravessa a placenta e afeta diretamente o desenvolvimento fetal. De acordo com o estudo, o organismo do feto ainda não consegue processar a cafeína de forma eficiente.>
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Por isso, a substância acaba permanecendo no corpo do bebê por muito mais tempo.>
O consumo acima de 200 mg por dia possui relação direta com o nascimento de bebês com baixo peso. Além disso, existe um risco elevado de distúrbios de crescimento e até aborto espontâneo em casos graves. >
Essas complicações preocupam especialistas que acompanham o período gestacional de perto.>
Por esse motivo, o estudo realizado no Hospital Universitário de Kuopio buscou entender se doses menores também são prejudiciais.>
Os pesquisadores utilizaram amostras de cabelo dos recém-nascidos para medir a exposição real durante a gestação. Assim, eles conseguiram dados mais precisos sobre o histórico de consumo das mães.>
É muito fácil atingir a marca de 200 miligramas sem que a gestante perceba a gravidade da situação.>
Por exemplo, uma única dose de energy shot pode conter exatamente esse limite máximo recomendado. Portanto, o controle rigoroso da ingestão diária torna-se uma medida de segurança indispensável.>
Outros itens como café coado, chás e até o chocolate amargo somam miligramas perigosos ao longo do dia. >
O uso de suplementos concentrados ou cápsulas de cafeína é totalmente contraindicado nesse período. Logo, monitorar cada alimento ingerido garante a segurança total do pequeno que está chegando.>