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Agência Correio
Publicado em 29 de janeiro de 2026 às 06:00
A decisão de Veneza de cobrar uma taxa para acesso ao centro histórico trouxe à tona uma discussão global sobre turismo excessivo. No Brasil, essa realidade já faz parte do dia a dia de vários destinos. >
Assim como ocorre na cidade italiana, municípios brasileiros adotaram cobranças para visitantes como forma de proteger o meio ambiente e organizar o fluxo turístico.>
Veja as 9 cidades brasileiras que cobram entrada dos turistas
Em praias, ilhas e parques naturais, a taxa virou ferramenta de controle. Os valores variam, mas o objetivo é o mesmo: reduzir impactos e garantir a preservação das paisagens.>
O movimento iniciado em Veneza ajuda a ilustrar um desafio comum a destinos muito procurados. No Brasil, cidades já lidam há anos com os efeitos do turismo intenso.>
As taxas podem ser cobradas por visitante, por veículo ou por período de permanência. Em muitos casos, o pagamento é exigido antes mesmo da chegada ao destino.>
Moradores costumam ter isenção ou descontos. Assim, o custo da preservação recai principalmente sobre quem visita a cidade por lazer.>
Em Alto Paraíso de Goiás, turistas precisam pagar uma taxa ambiental para circular pela cidade e acessar a Chapada dos Veadeiros.>
A região concentra cachoeiras, trilhas e áreas protegidas, incluindo um parque nacional reconhecido internacionalmente.>
Os valores variam conforme o perfil do visitante, com reduções para moradores e estudantes.>
Morro de São Paulo, na Bahia, cobra uma tarifa ambiental válida por um período prolongado.>
O pagamento pode ser feito no desembarque ou de forma on-line, o que facilita a entrada dos visitantes.>
Alguns grupos, como crianças pequenas e idosos, estão isentos da cobrança.>
Fernando de Noronha aplica uma taxa ambiental diária, considerada uma das mais altas do país.>
O valor deve ser pago por pessoa e aumenta conforme o número de dias de permanência.>
A estratégia busca evitar estadias longas e reduzir a pressão sobre o ecossistema da ilha.>
Para entrar em Jericoacoara, no Ceará, o visitante paga uma taxa válida por até dez dias.>
Caso a viagem seja estendida, há cobrança adicional por diária.>
O pagamento antecipado ajuda no planejamento turístico da vila.>
O acesso ao arquipélago de Abrolhos inclui uma taxa ambiental associada aos passeios turísticos.>
Os valores variam conforme a origem do visitante, com preços distintos para brasileiros e estrangeiros.>
A arrecadação é usada na preservação da vida marinha da região.>
Santo Amaro, no Maranhão, cobra uma taxa de turismo sustentável com validade limitada.>
O pagamento ocorre na entrada do município e é feito de forma individual.>
O recurso auxilia na manutenção da infraestrutura local.>
Em Pipa, no Rio Grande do Norte, o acesso ao Chapadão envolve pagamento de taxa.>
A cobrança é direcionada a quem utiliza veículos para chegar ao local.>
A medida busca proteger uma das áreas mais visitadas da praia.>
Ubatuba, no litoral paulista, cobra valores diferentes conforme o tipo de veículo.>
A taxa é aplicada especialmente em períodos de maior movimento turístico.>
O objetivo é reduzir impactos ambientais e urbanos.>
Bombinhas cobra taxa ambiental apenas nos meses mais movimentados do ano.>
Os valores variam conforme o veículo utilizado.>
A arrecadação ajuda a custear ações ambientais durante o verão.>