Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Fora da Copa, Itália vive crise e sonha com Guardiola para comandar a seleção

Eliminada pela terceira vez seguida, federação planeja reformulação, tem saídas no comando e avalia investir alto para tirar técnico do Manchester City

  • Foto do(a) author(a) Pedro Carreiro
  • Pedro Carreiro

Publicado em 2 de abril de 2026 às 21:21

Guardiola
Guardiola Crédito: Shutterstock

Em meio a uma das maiores crises institucionais de sua história recente, a seleção italiana já começa a traçar os próximos passos em busca de reconstrução e tem um nome de peso como principal alvo: Pep Guardiola.

Fora da Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva, a Itália vive um cenário de ruptura dentro e fora de campo. Segundo o jornal La Gazzetta dello Sport, a Federação Italiana de Futebol pretende investir pesado para tentar convencer o atual técnico do Manchester City a assumir a equipe no ciclo até o Mundial de 2030.

A operação, no entanto, é considerada complexa. Guardiola tem contrato com o clube inglês até 2027, além de exigir um projeto esportivo sólido e competitivo. Ainda assim, o treinador já manifestou em outras ocasiões o desejo de comandar uma seleção no futuro, o que mantém viva a esperança dos italianos.

Guardiola por Shutterstock

Crise profunda e mudanças no comando

A movimentação da federação acontece em meio a um colapso esportivo e político. A Itália foi eliminada pela Bósnia e Herzegovina na repescagem europeia e ampliou a sequência negativa fora das Copas, já que também ficou de fora das edições de 2018 e 2022.

A queda mais recente desencadeou uma série de mudanças. O presidente da federação, Gabriele Gravina, renunciou ao cargo após forte pressão interna e externa. Ele estava à frente da entidade desde 2018 e, apesar do título da Eurocopa em 2021, não conseguiu evitar o declínio esportivo da ‘Azzurra’.

A pressão política também aumentou. O ministro dos Esportes da Itália, Andrea Abodi, chegou a pedir publicamente a saída do dirigente, defendendo uma reformulação completa no futebol do país.

Dentro da seleção, o cenário também é de incerteza. O técnico Gennaro Gattuso dificilmente permanecerá no cargo após a eliminação, enquanto o ex-goleiro Gianluigi Buffon deixou a função de gerente-geral.

1º - França por VICTOR ELEUTÉRIO/ESTADÃO CONTEÚDO

Plano A: Guardiola

Mesmo diante das dificuldades, Guardiola é tratado como prioridade máxima para liderar a reconstrução da Itália. A ideia da federação é definir rapidamente o novo treinador, já com foco no início da próxima edição da Liga das Nações, em setembro.

Caso a negociação não avance, outros nomes de peso aparecem como alternativas. Entre eles estão Roberto Mancini, campeão da Eurocopa de 2020 com a própria Itália, Antonio Conte, atualmente no Napoli, e Massimiliano Allegri, que comanda o Milan.

Reconstrução urgente

A ausência em três Copas consecutivas escancarou problemas estruturais no futebol italiano e acelerou a necessidade de mudanças profundas. A próxima assembleia da federação, marcada para 22 de junho, deve definir os rumos da entidade e iniciar oficialmente um novo ciclo.

Dentro de campo, a Itália também já tem compromissos pela frente. Entre setembro e outubro, a equipe volta a campo para desafios contra Bélgica, Turquia, França e outro jogo contra os turcos, pelo Grupo 1 da Liga das Nações.

Tags:

Itália Guardiola