NATAÇÃO

Nick Albiero faz índice nos 200m borboleta e vai a Paris-2024

Albiero deixou Léo de Deus para trás no Troféu Brasil

  • Foto do(a) author(a) Estadão
  • Estadão

Publicado em 8 de maio de 2024 às 19:49

aLBIERO
Nick Albiero se garantiu na disputa dos Jogos Olímpicos de Paris-2024 Crédito: Satiro Sodre/SSPress/CBDA

A expectativa nesta quarta-feira no Troféu Brasil, disputado no CDA da Aeronáutica, no Rio, era pela final dos 100m costas. Mas logo na primeira decisão é que veio o grande resultado da noite, com Nick Albiero conseguindo o índice olímpico nos 200m borboleta. Nascido nos Estados Unidos, o atleta que optou por defender as cores do Brasil se garantiu em Paris-2024 com 1min55s52. Superou a marca em 0s26.

Na prova, o filho do técnico brasileiro Arthur Albiero, atualmente vivendo em Belo Horizonte, ainda deixou um nome de peso do País para trás. Léo de Deus ficou com a prata, mas 0s46 acima do índice olímpico (1min56s24). O bronze ficou com Luiz Altamir, com 1min58s43.

Albiero já havia demonstrado nas eliminatórias que viria forte na busca pelo índice olímpico ao se garantir à final com 1min56s19, a maior marca do dia até então. Ficou a 0s41 do tempo necessário de 1min55s78.

As decisões seguintes do dia foram com marcas bem acima do índice olímpico. Nos 100m costas, com o tempo de 59s99 praticamente impossível, as nadadoras se dedicaram em subir ao pódio. Maria Pessanha levou o ouro com 1min01s66, superando Fernanda de Goeij, prata com 1min02s46 e Alexia Assunção, bronze com 1min02s62.

Também não deu índice para os nadadores na final dos 200m peito. Guilherme Camossato até fez a melhor marca da carreira, ao levar o ouro com 2min12s20, mas ficou bem longe dos 2min09s68 que valia vaga em Paris. Ele superou Caio Pumputis, que levou a prata (2min12s29), no fim da prova. Raphael Rached ficou com o bronze (2min13s39).

A terceira final com marcas pouco expressivas foi a dos 200m medley. E tambémcom surpresa no topo do pódio. Nathalia Almeida fez 2min13s81, para superar a favorita Gabrielle Roncatto, que já tinha índice e será a representante nacional na prova em Paris-2024. Gabi ficou com a prata com 2min14s73 e o bronze foi para Fernanda Celidônio, com 2min14s85. O índice nesta prova era de 2min11s47.

Por fim, veio a decisão dos 100m costas, que tinha atletas com boas chances de alcançar o índice olímpico. Mas, por 0s40, o campeão Guilherme Bassetto não conseguiu a marca. Ele levou o ouro com 54s14, diante de 54s39 de Gabriel Fantoni, com a prata, e Pedro Henrique Motta, bronze com 55s28.