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Márcia Luz
Publicado em 25 de maio de 2026 às 16:00
A Bahia abriga a única planta produtora de dióxido de titânio do Brasil, e é dela que a Tronox abastece setores essenciais da economia nacional. O pigmento fabricado no estado é insumo estratégico para cadeias como tintas, construção civil, plásticos, papel, cosméticos e bens de consumo. A operação reduz a dependência brasileira de importações e amplia a competitividade da indústria nacional, conectando a produção local ao ritmo da atividade econômica do país. >
“Isso confere à operação um papel relevante para a indústria nacional, reduzindo a dependência de importações e fortalecendo a competitividade do setor produtivo brasileiro”, afirma Moisés Santos, diretor de Operações da Tronox Bahia.>
Especial Indústria Forte 2026
Manter essa relevância exige lidar com uma planta de alta complexidade industrial, onde rigor técnico, previsibilidade operacional e eficiência em toda a cadeia produtiva são atributos fundamentais. Entre os desafios atuais enfrentados pelo segmento estão as oscilações do cenário macroeconômico global, a volatilidade dos custos logísticos e os impactos sobre cadeias de suprimentos decorrentes de tensões geopolíticas internacionais. Como companhia global, a Tronox trabalha de forma integrada para mitigar esses efeitos e assegurar continuidade operacional e atendimento confiável ao mercado. A resposta tem sido uma atuação consistente e focada em excelência operacional.>
Ao longo de sua trajetória, a empresa avançou em modelos de manutenção baseados em criticidade, ampliando a previsibilidade das intervenções industriais. Também investiu na otimização de processos e na integração entre áreas operacionais e de suporte, reduzindo variabilidades e aumentando a confiabilidade da operação.>
Paralelamente, a Tronox segue investindo na modernização de seus ativos industriais, com atualização de equipamentos e adoção de sistemas mais avançados, capazes de elevar eficiência, segurança operacional e capacidade de resposta diante de cenários mais desafiadores.>
O fato de integrar uma companhia global amplia a gestão da cadeia de suprimentos, garantindo mais resiliência e agilidade frente a instabilidades externas. Essa estrutura se reflete na distribuição para o mercado interno, realizada a partir de uma cadeia integrada que vai do fornecimento de matérias-primas até a entrega do produto final.>
“O equilíbrio entre padronização e flexibilidade é um dos fatores que contribuem para manter a competitividade da operação”, destaca Moisés Santos, diretor de Operações da Tronox Bahia.>
Segundo o executivo, o planejamento entre as áreas logística, comercial e industrial é o que sustenta o abastecimento do mercado interno. “A distribuição para o mercado interno é realizada com base em planejamento estruturado, buscando alinhar capacidade produtiva, demanda dos clientes e necessidades dos diferentes segmentos atendidos”, ressalta.>
As diretrizes globais da Tronox são desdobradas em metas, indicadores e planos de ação claros, garantindo que a visão estratégica esteja presente em toda a operação. O alinhamento ocorre por meio de uma gestão estruturada, com acompanhamento contínuo de desempenho, disciplina operacional e incentivo à melhoria contínua.>
A lógica vai além das metas de produtividade. A empresa busca consolidar uma cultura de responsabilidade compartilhada, na qual cada colaborador compreende como sua atuação impacta diretamente os resultados do negócio.>
A Tronox também direciona esforços para o desenvolvimento profissional, a qualidade de vida e o fortalecimento da cultura organizacional. O reconhecimento como excelente lugar para trabalhar reflete o compromisso com equipes engajadas, seguras e preparadas para sustentar resultados de forma consistente.>
“Nosso entendimento é que competitividade sustentável só se constrói com pessoas alinhadas à estratégia e comprometidas com excelência, inovação e evolução contínua”, afirma Moisés Santos.>
Nos últimos anos, a empresa ampliou e evoluiu seu portfólio, com o lançamento de produtos mais tecnológicos e alinhados às transformações dos setores atendidos. Esse avanço ocorre sem comprometer a estabilidade da operação, graças ao planejamento industrial, ao conhecimento técnico e ao rigor nos processos de qualidade.>
A gestão da produção é orientada por indicadores que funcionam como ferramentas de melhoria contínua e identificação de oportunidades. Entre os itens monitorados estão segurança, desempenho produtivo, qualidade, confiabilidade operacional, sustentabilidade, custos e eficiência. As métricas permitem acompanhamento constante e apoiam a tomada de decisão em todos os níveis da organização.>
O projeto Indústria Forte é uma realização do jornal Correio, com patrocínio da Acelen, Jacobina Mineração - Pan American Silver, Neoenergia Coelba, Suzano e Unipar, e apoio da Braskem, FIEB e Wilson Sons.>