10 dicas de como aproveitar a quarentena para bombar seu negócio pela internet

bahia
02.05.2020, 10:00:00
Estar atento às sugestões dos clientes e à concorrência é fundamental (Lucian Petrean / Pexels)

10 dicas de como aproveitar a quarentena para bombar seu negócio pela internet

CORREIO lista dicas e serviços gratuitos para te ajudar a achar clientes online

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A pandemia provocada pelo novo coronavírus traz prejuízos, mas também é uma oportunidade. Com ela, as atenções estão totalmente voltadas para a internet e para os pedidos via aplicativos.

Esse pode ser o empurrãozinho que faltava para você consolidar o seu negócio na internet. Não importa se você nunca vendeu algo online, ou sequer tem um perfil da sua marca nas redes sociais: esse é o momento de tomar essa iniciativa.

Ou então, se você já tiver um perfil na internet, mas ele andava meio capenga, sem chamar tanta atenção e sem gerar vendas, a oportunidade de buscar novos clientes é agora. Além de uma chance, sabemos, é uma necessidade.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) informou que em abril algumas lojas virtuais registraram alta de mais de 180% em transações nas categorias de alimentos e saúde, por exemplo. 

O CORREIO ouviu especialistas e listou dicas para você aproveitar esse momento para ‘bombar’ o seu negócio na internet.

“O relacionamento com o cliente pelo digital já era uma realidade. Agora, é uma necessidade. O que vinha ocorrendo de forma gradual, foi acelerado. Quase tudo agora é digital”, diz o analista do Sebrae Bahia, Wagner Carvalho.


O QUE DIZEM OS ESPECIALISTAS


WhatsApp é a ferramenta de maior alcance de público

O head de digital da DNA for Marketing, Vinícius Magalhães, lembra que o WhatsApp é hoje o aplicativo com mais usuários no mundo. A estimativa é de mais de 2 bilhões de pessoas conectadas, e quase 89% dos usuários de internet no Brasil. Além disso, para muitos ele é o único aplicativo de uso gratuito em planos pré-pagos. Ou seja: não há como ignorá-lo na estratégia de comunicação.

A dica principal é criar uma lista de transmissão com clientes que já adquiriram o serviço ou mostraram o interesse, e transmitir através dela informações, descontos e novidades sobre os produtos. Mas, cuidado: “Você terá um contato mais próximo com o cliente, então não seja invasivo, não exagere nas mensagens, tenha cuidado com o português ou com áudios em excesso”, alerta o especialista.


Pedidos por aplicativos de delivery aumentaram na quarentena (Foto: Tiago Caldas / CORREIO)

Procure aplicativos que facilitem a sua entrega

Num momento em que a venda nas lojas está limitada, a forma mais habitual de entregar os produtos é por meio de delivery – ou entrega em domicílio. Se o comerciante não tiver condições de bancar essa estrutura por conta própria, é fundamental que a empresa esteja em aplicativos que façam a logística, como iFood, Uber Eats, Rappi e James. No caso do ramo de alimentação, estar nos dois primeiros é de total importância.

Mas, cuidado: cada aplicativo possui formatos e regras próprias de participação, como divisão de taxas. Alguns negócios, como restaurantes de self-service, terão que adaptar o seu serviço, já que não há tanta liberdade para escolha dos alimentos. Essas ferramentas ainda possuem uma vantagem: “Elas investem pesado em marketing, e estão na mente das pessoas nesse momento de quarentena”, lembra Vinícius Magalhães.


Grandes varejistas estão oferecendo espaços em seus sites

Para empresas que trabalham com comércio de aparelhos eletrônicos ou de móveis, por exemplo, também há a opção de buscar parcerias em aplicativos. Gigantes do varejo online como o Magazine Luiza, Americanas e Amazon estão disponibilizando o serviço de ‘marketplace’ – ou seja, você pode hospedar o seu produto nos seus sites e vender através deles, pagando uma taxa em troca.

O tradicional Mercado Livre também é uma opção. A vantagem é utilizar o alcance destas marcas e o marketing realizado por elas, mas atenção: o comerciante precisa estudar bastante as regras de utilização e as taxas destes serviços, e estar preparado também para pedidos de todo o país, já que o alcance é nacional.


10 DICAS PARA BOMBAR SEU NEGÓCIO NA WEB


1) Conhecer público alvo e concorrência

Antes de buscar as redes sociais, é preciso conhecer o seu negócio a fundo. Qual é o seu público-alvo? Qual o comportamento de consumo desse público? As compras aumentam em determinada época do ano, horário ou dia da semana? Preferem pagar como? Qual a renda média do seu público? Os seus clientes costumam ter algum gosto ou lazer em comum? Todas essas informações, fundamentais para a loja física, serão fundamentais para a divulgação dos produtos ou a venda deles através da internet. Observe também a concorrência: como as outras empresas do mesmo segmento que o seu têm utilizado a internet? Levante o que dá certo no caso delas e não tenha medo de se ‘inspirar’ nisso.

“O primeiro passo é conhecer o seu negócio, entender o cenário que o cerca, no micro e no macro. Só é possível construir presença quando se analisa todos os pontos da sua empresa” – Rebecca Lyrio, estrategista digital.


2) Definir bem as redes sociais de atuação

Com base na pesquisa anterior, será possível definir as redes sociais ou aplicativos nos quais você atuará. Em quais ambientes da internet o seu público-alvo está mais presente? Como é que ele busca pelo seu serviço? Em quais horários ele faz essa busca? Dicas gerais: se seu negócio for roupas, acessórios ou qualquer item do vestuário, a presença no Instagram é essencial. Se oferecer serviços, vale a pena estar no Google – para que seu nome apareça quando a pessoa buscar por ‘encanadores em Salvador’, por exemplo – e fazer circular o seu contato no WhatsApp. Se você trabalha com alimentação num cardápio pronto, é fundamental estar num aplicativo de entrega de comida.

“Com a pesquisa realizada e conhecendo o seu público, será possível identificar onde ele está, quais as redes sociais que mais acessa, quais aplicativos consome mais, sites que mais gosta de navegar, e por aí vai” - Rebecca Lyrio.


3) Mantenha seu perfil com informações claras e objetivas

Lembre-se: na internet a mensagem tem de ser passada de maneira prática e objetiva, mas, sobretudo, ela precisa ser clara. Evite deixar pontas soltas na explicação do serviço que oferece. Não crie situações em que o cliente precise entrar em contato para tirar dúvidas sobre o produto. Isso pode levá-lo a preferir a concorrência ou até a desistir da compra. Em tempos de pandemia, é fundamental manter os dados sobre a empresa atualizados. O que mudou do atendimento habitual para o de agora? Quais os horários de funcionamento nessa quarentena? Como será a entrega do produto? Algum dos serviços que você antes oferecia agora está indisponível? Antecipe as dúvidas dos clientes.

“Não basta apenas estar presente nos meios digitais, é preciso ter eficiência no discurso. Comunicação adequada a cada público e a cada rede, com mensagens claras e objetivas, facilitando a jornada do consumidor” – Rebecca Lyrio

Aplicativos como o Canva ajudam a criar designs facilmente (Foto: Canva Studio / Pexels)

4) Tenha capricho visual com as publicações

Ninguém vai exigir de você o nível de um fotógrafo ou designer profissional, mas busque o máximo de capricho visual no que for publicado na internet. Pode tirar uma foto do produto com o celular, não tem problema. Porém, escolha um local bem iluminado, monte uma composição bonita, observe se não tem objetos aparecendo ao fundo e tome cuidado para a foto não sair tremida ou sem foco. Atualmente, existem inúmeros aplicativos que te permitem editar a foto ou até mesmo criar um design com textos – os famosos ‘cards’. Se quiser, é possível também editar vídeos com ferramentas gratuitas. Cuidado também com o português: tenha cuidado para não cometer erros de digitação ou de ortografia.

“Assim como a sua loja física tem que estar limpa, bem arrumada, agradável para os clientes, a comunicação digital também precisa passar essas percepções para quem acessa” – Vinicius Magalhães, head de digital da DNA for Marketing.


5) Pagar para impulsionar os posts é fundamental

Você já deve ter postado algo numa rede social e quase não ter recebido interações. Isso ocorre por conta dos algoritmos, ferramentas que diminuem o alcance ‘orgânico’ das suas publicações. Entretanto, esses mesmos algoritmos te permitem direcionar anúncios para potenciais consumidores do seu produto ou serviço. Por exemplo: se você vende marmitas de comida saudável em Salvador, é possível pagar para entregar seus posts diretamente às pessoas que tenham interesse nesse assunto e que morem na cidade. Esses anúncios podem ser feitos a partir de R$ 10. No YouTube é fácil encontrar vídeos que ensinam a impulsionar posts no Facebook, Instagram e na procura do Google.

“Através desse investimento é possível direcionar as mensagens para o público-alvo, nos momentos mais adequados de consumo, o que amplifica o poder da sua publicação e vai potencializar as chances de compra” – Rebecca Lyrio


6) Crie conteúdo de engajamento, não só de informações

A gente sabe que o seu objetivo é vender, mas perfil nenhum de rede social vai prosperar só com anúncios de produtos e informações sobre o funcionamento na pandemia. Procure mesclar isso com conteúdos de valor para o seu público: dicas, curiosidades, matérias da imprensa com algum comentário seu. Por exemplo: se você for nutricionista, vale postar dicas com orientações de alimentação nessa quarentena. Se tiver um pet shop, republique posts sobre adoção, doação de ração e outras iniciativas. Se trabalhar com roupa, publique looks que podem ser montados com seus produtos. Seja criativo e interaja com quem comentar ou curtir os seus posts. Isso dará valor às suas publicações de venda.

“É fundamental que seja empreendido um investimento em conteúdos criativos e bem elaborados, para que possa ser feito com mais segurança o investimento em publicidade online (anúncios pagos)” – Rebecca Lyrio

O WhatsApp é uma arma poderosa, mas não exagere (Foto: Torsten Dettlaff / Pexels)

7) Não exagere no contato e nas mensagens aos clientes

Na mesma linha da dica anterior: sabemos que o seu intuito é vender, mas ninguém gosta de gente que fica o dia inteiro no seu pé, implorando para que compre algo ou enviando informações demais de um produto que não tem interesse. Portanto, se alguém entrar em contato perguntando sobre um produto e depois ‘sumir’, não fique enviando mensagens para essa pessoa, insistindo. Se você tiver o contato de antigos clientes ou de potenciais clientes no WhatsApp, não fique enviando para eles milhares de mensagens oferecendo o seu serviço. Responda o que for perguntado, evitando ainda mandar mil mensagens quando tudo pode ser resolvido em um parágrafo bem escrito.

“Ir com muita sede ao pote, tratar o perfil da empresa como algo pessoal, ‘encher o saco’ do cliente com mil mensagens, não gera nenhum valor na comunicação. Ninguém gosta de receber informação de algo que, no final, não quer” – Vinícius Magalhães


8) Ter contatos fora da rede social é importante

Apesar da orientação acima de não tornar as publicações sobre o seu serviço algo invasivo para o cliente, é importante que você, aos poucos, crie uma lista de contatos fora das redes sociais. Ofereça seu e-mail e seu número de celular e WhatsApp para os clientes e guarde os e-mails e contatos que eles enviarem. Além de tornar a interação mais rápida e pessoal, essa é uma precaução para o futuro do seu negócio. As redes sociais tem um histórico de entrarem em desuso muito rapidamente, como ocorreu com o finado Orkut, ou mudam as regras de uma hora para a outra dificultando a ação de quem pretender vender por meio delas – como ocorreu com o Facebook, que limitou as postagens de perfis de empresas.

“É preciso lembrar que as redes sociais, em geral, são ‘casas alugadas’, você não detém aquele público. Mesmo que tenha milhares de seguidores no Instagram, de uma hora para outra o algoritmo pode mudar e as pessoas não te enxergarem mais” – Vinícius Magalhães


9) Encare a internet sempre como uma interação constante

A internet como um todo, mas sobretudo as redes sociais – como o próprio nome diz – são ferramentas de interação entre as pessoas. Ter isso em mente é muito útil para tomar decisões. Esteja aberto para críticas, sugestões, valorize os comentários nas publicações. Abuse dessa capacidade que a internet oferece de ouvir o seu cliente e o seu público-alvo, pois o mercado está em constante mudança. Ao mesmo tempo, busque a criação de uma rede de apoiadores da sua marca, agradecendo quando seus seguidores compartilharem o seu conteúdo. Não se acanhe também de pedir aos clientes mais fieis que distribuam o seu material em grupos dos quais façam parte. A indicação dá valor ao produto.

“Se relacione na rede social, não adianta estar nela e não criar um vínculo com as pessoas, só publicar e publicar. Tem que responder aos clientes, monte uma estrutura de contatos fieis, essa é a força da internet” – Wagner Carvalho, analista do Sebrae Bahia.


10) Criar a sua presença digital exige paciência

Sabemos que a internet tornou-se tudo para você nesse momento de quarentena, e que ela é a saída ao seu alcance para continuar mantendo as vendas. No entanto, é preciso ter em mente que uma presença digital sólida não se constrói da noite para o dia. É preciso muita paciência e ações contínuas. “Não tem como a pessoa começar a postar no Instagram hoje e amanhã já ter mil seguidores e passar a vender por ele. É um processo longo, tem que ir construindo um relacionamento. Investir bastante tempo no começo, para montar bem a página, e dinheiro também, para promover os posts. E aí vai crescendo, colhendo os resultados aos poucos”, diz o analista do Sebrae, Wagner Carvalho.

“É um processo muito parecido com o de abrir uma loja presencial. Você não vai abrir a loja e pronto, vai aparecer um monte de clientes. Tem que ir aos poucos, investindo e conquistando o seu espaço” – Wagner Carvalho.

Sebrae oferece gratuitamente o serviço Presença Digital do Zero (Foto: Reprodução)

FERRAMENTAS QUE PODEM TE AJUDAR NO COMEÇO

Se você está completamente perdido e acha que não tem como dar conta sozinho, calma: existem aplicativos voltados especialmente para a área de negócios online que podem te ajudar.

Pra começo de conversa, uma boa forma para começar é criando um perfil no Google Meu Negócio. Assim, sua empresa e as informações mais básicas dela estarão disponíveis na busca do Google. Para micro e pequenas empresas existe o Google para PMEs, uma plataforma que vai te ajudar a montar o seu perfil no Google.

Para empreendedores que não possuem perfis nas redes sociais, o Sebrae criou o programa Presença Digital do Zero, que é um "passo a passo" para que a empresa passe a existir nas principais ferramentas. O empreendedor acessa o site do Sebrae, preenche um formulário e um consultor entra em contato para ajudar no processo.

"Esse produto foi desenvolvido para que em uma semana o cliente possa ter sua página no Facebook, seu perfil no Instagram e possa se relacionar com esse cliente, mostrar como a empresa está funcionando, o que mudou e até mesmo permitir a chegada de novos clientes", explica Wagner Carvalho, analista do Sebrae Bahia.

Para quem prefere um canal direto com quem entende, uma opção prática, tradicional e - agora - gratuita, é a consultoria do Sebrae. De acordo com Carvalho, as adaptações aconteceram para manter o atendimento durante a pandemia. A ideia é ajudar com controle de custos, de estoque, de finanças, entre outros serviços de consultoria.

O Google também tem um serviço de consulta com profissionais, a Mentoria Cresça com o Google. É um programa em que empreendedores que tiveram as rotinas impactadas pela pandemia recebem orientação de profissionais sobre seis temas: e-commerce; vendas on-line; finanças e contabilidade; inteligência emocional; inovação; apoio jurídico e marketing digital.

Google oferece ajuda para criar perfil na internet (Foto: Reprodução)

Falando nisso, se você tem mesmo interesse em marketing digital, no Google você encontra o Primer: desde 2016 esse programa disponibiliza lições gratuitas de marketing e negócios. As aulas são interativas e bem dinâmicas, pensadas para quem tem pouco tempo livre. Você pode baixar diretamente no seu celular pela Play Store ou na App Store.

Se você se sente pronto para montar uma loja online, o Sebrae disponibilizou uma plataforma gratuita já pronta com domínio e hospedagem em servidor do mercado. Funciona da mesma forma que o Presença Digital do Zero: o empreendedor preenche um formulário e o consultor entra em contato para ajudar no processo.

"A gente tem todo cuidado falar com cliente porque loja online não deixa de ser loja: exige gestão, controle de estoque... Difere um pouco do que é ter presença digital no Facebook e no Instagram. Tem que ter estoque disponível, saber como funciona entregas, se já mapeou custos de frete... É preciso ter calma para que a loja não seja mais um problema", alerta Carvalho.

***

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