Ilhéus: os sorvetes da terra do cacau que fazem sucesso em 40 cidades da BA

economia
28.10.2020, 09:07:00
Atualizado: 28.10.2020, 21:31:27
Laelson Nascimento, da Bombom, de Ilhéus, é o convidado de Flávia Paixão na live dessa quarta, no Empregos e Soluções (Arquivo pessoal)

Ilhéus: os sorvetes da terra do cacau que fazem sucesso em 40 cidades da BA

Empresário conta como transformou um pequeno negócio de família numa referência no sul da Bahia

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A fabricação e venda de sorvetes no sul da Bahia é uma tradição na família de Laelson Nascimento. Começou com a avó, em Ibicaraí; teve continuidade com o pai, que fundou a Bombom há mais três décadas, em Ilhéus. Agora, a terceira geração decidiu reforçar o trabalho dos pais, incrementando ações e unindo esforços para a expansão da fábrica e das lojas, que precisaram se reinventar durante a pandemia e não pararam de investir, mesmo nos momentos mais delicados, quando o município enfrentou o lockdown.

Após superar os desafios do período, a empresa comemora o fato de não ter demitido funcionários, preservado o quadro que fazia parte do grupo de risco, ter conseguido a suficiência energética nesse período, implementado um sistema de delivery gratuito para o consumidor final, dominado a comunicação com os clientes nas redes sociais e se tornado a representante da tortas e sobremesas da Nestlé. Em ritmo de verão, a família promete novidades para os próximos meses, quando há uma tendência de reaquecimento do mercado. 

A história de Laelson, da família Nascimento e da Bombom são os temas da live Empregos e Soluções, da próxima quarta-feira,28, na página do Correio no Instagram, às 18 horas. A live tem a condução da consultora e administradora de empresas Flávia Paixão. 

O empresário vai contar como a fábrica deu um salto de qualidade e deixou de ser mais uma fornecedora para se tornar uma empresa capaz de firmar parcerias importantes com os distribuidores e ter transformado a primeira loja Bombom num espaço de entretenimento, com capacidade para 150 lugares, e que, agora começa a retomar as atividades.

De acordo com Laelson, que também é administrador, as perdas sofridas desde março ainda não foram recuperadas, mas a família está confiante na retomada.  “Em cinco anos, experimentamos um crescimento enorme, deixamos de ser um pequeno negócio de família e conseguimos ampliar o faturamento interno, além de termos ampliado a capacidade de gerar emprego na região, fato que nos gratifica muito”, completa o jovem empresário.

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