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Da Redação
Publicado em 17 de outubro de 2011 às 18:39
- Atualizado há 3 anos
Kivia Souza | Redação CORREIOkivia.souza@redebahia.com.br Sabe aquela oportunidade de unir a teoria dos livros com prática a de mercado? Esse é o caso da estudante do 6º semestre de jornalismo Marília Moreira, de 21 anos. Ela foi uma das alunas - iniciativa do Rede Bahia, através do jornal CORREIO, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (Ufba) e com o apoio da Odebrecht. Juntamente com Marília, outros nove alunos formam o grupo do projeto-piloto que visa agregar a educação pelo trabalho. Ela revela que nunca estagiou, mas já participou de projetos vinculados ao Ministério da Educação (MEC) dentro da própria universidade onde estuda.Marília Moreira e Ruan Ramon fazem parte do grupo de 10 alunos selecionadosA estudante conta que desde o segundo semestre tenta aproveitar o que a faculdade oferece e, também, que essa parceria entre a instituição e o veículo pode ser a chance de treinar aspectos profissionais, como os prazos e a agilidade."Esse projeto vem muito a calhar porque vai funcionar como uma espécie de estágio supervisionado, já que tem professores orientando. Eu tinha muito medo de sair para o mercado e ficar meio à toa. Estou muito curiosa para ver como funciona, acho que numa redação o trabalho é mais dinâmico", explica.Já Ruan Ramon de Melo, 21, aluno do 5º semestre de jornalismo, tem experiência em rádio e acredita que as atividades que surgirão no dia a dia de um impresso vão aproximá-lo ao que realmente quer: ser repórter de jornal."É uma área que eu viso bastante depois da minha formatura. Acho muito bom sair um pouco do campo teórico e focar na prática. Espero que o grupo vivencie bastante o trabalho jornalístico e eu espero que nesses dois meses consiga aproveitar tudo", comenta Ramon.Pré-requisitos Para participar da seleção para o Programa, os alunos precisavam ter alguns pré-requisitos, entre eles, estar cursando a partir do 5º semestre do curso de comunicação, na área de Jornalismo e Produção Cultural, ter um bom texto e ter um perfil inovador e criativo. Foi o que fez Windson Santos, de 21 anos. Ele está no último semestre do curso de Produção Cultural da Ufba e revela que foi o único da turma a se inscrever no programa, passar pelas fases de seleção e ser um dos contemplados. “Muita gente acha que a oportunidade é só para jornalista. Entrei nesse projeto visando agregar mais essa experiência que é diferente de qualquer coisa que eu já tenha feito. A cultura atualmente está muito associada ao jornalismo, minha participação pode ser bastante aproveitável nessa etapa do trabalho, além de ser uma nova visão, diferente dos alunos de jornalismo”.A inserção dos alunos do curso de comunicação com ênfase em produção cultural foi pensada para que eles trabalhem diretamente com a produção de conteúdo específico, principalmente quando o assunto é crítica cultural."Não que o jornalista não saiba fazer, ele faz. Mas o de cultura tem esse desenvolvimento mais apurado e conhece linguagens que permitem se aproximar do seu entorno", diz Suzana Barbosa coordenadora do grupo selecionado para participar do projeto.Veja também:>