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Wendel de Novais
Publicado em 20 de maio de 2026 às 10:15
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (20), a segunda fase da Operação Diamante de Sangue, que mira uma organização criminosa especializada em furtos interestaduais a joalherias. Segundo as investigações, a ofensiva já resultou na recuperação de cerca de R$ 17 milhões em ativos ligados ao grupo. >
A ação contou com apoio das Polícias Civis de Sergipe, Goiás e São Paulo. Ao todo, foram cumpridos mandados de prisão preventiva em diferentes estados: dois em Sergipe e outros em Goiás e São Paulo. O foco da operação é atingir o patrimônio da quadrilha e enfraquecer a estrutura financeira utilizada pelos investigados.>
As apurações são conduzidas pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC) da Polícia Civil baiana. De acordo com os investigadores, o grupo possuía uma estrutura organizada, com divisão de funções e uso de empresas e terceiros para movimentar e ocultar valores obtidos por meio das ações criminosas.>
Caso é investigado pela Polícia Civil
Ainda conforme a polícia, o esquema dificultava o rastreamento financeiro e patrimonial dos suspeitos, permitindo a dissimulação do dinheiro movimentado pela organização.>
Na primeira etapa da Operação Diamante de Sangue, a Justiça já havia determinado o bloqueio de aproximadamente R$ 13 milhões em contas bancárias ligadas a duas empresas e uma pessoa física. Além disso, veículos de luxo associados aos investigados também foram sequestrados pelas autoridades.>