Retrato falado de suspeito de matar professora em São Gonçalo dos Campos é divulgado

O suspeito roubou um aparelho celular da professora

Publicado em 21 de outubro de 2015 às 19:09

- Atualizado há 10 meses

O retrato falado do suspeito de assassinar uma professora de São Gonçalo dos Campos, região de Feira de Santana, foi divulgado nesta quarta-feira (21) pela Polícia Civil. Rosemeire Almeida dos Santos, de 39 anos, foi morta em março deste ano - o corpo foi achado em 6 de março na zona rural do município. O suspeito roubou um aparelho celular da professora. 

Segundo a delegacia da cidade, o suspeito é moreno, aparenta ter 32 anos e tem altura estimada em 1,65 m. O retrato falado foi feito com base nas informações de testemunhas que prestaram depoimento na delegacia. Retrato falado foi divulgado nesta quarta (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Professora da rede municipal, Rosemeire saiu de casa, na zona rural de São Gonçalo, no dia 2 de março e desde então não entrou mais em contato com a família. Quatro dias depois, o corpo foi achado em avançado estado de decomposição, com lesões nas costas, causadas por um objeto cortante, e no rosto, causada por arma de fogo.

Informações podem ser fornecidas pelos telefones (75) 3246 -1807, da DT/S.G dos Campos, (75) 3602-3544, da 1ª Coorpin, em Feira de Santana, ou pelo Disque Denúncia, no número (71) 3235-0000.

Uso de telefoneA polícia identificou que o telefone da vítima foi usado no município de Rafael Jambeiro depois do crime. Depois disso, investigadores foram ao local e identificaram o homem que estava com o celular. Ele contou que comprou o aparelho de outro homens na BR-116. As informações dele sobre a pessoa que revendeu o telefone também foram usadas para compor o retrato falado.

CrimeRosimeire Almeida dos Santos foi encontrada morta dentro de uma propriedade na zona rural de São Gonçalo dos Campos no dia 6 de março deste ano. Ela estava desde que saiu de casa para receber um benefício da mãe.

A polícia constatou que o dinheiro da mãe não foi retirado da conta e só o celular foi roubado. A vítima atuou como professora há cerca de oito anos, mas não trabalhava na época do crime. Ela não era casada e não tinha filhos.