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Dono de colégio particular evangélico vira alvo da polícia por pedofilia virtual

Investigação começou em 2025 e aponta possível envolvimento com material ilegal na internet

  • Foto do(a) author(a) Wendel de Novais
  • Wendel de Novais

Publicado em 16 de abril de 2026 às 09:29

Dono de escola foi indiciado após investigação
Dono de escola foi indiciado após investigação Crédito: Reprodução

O diretor de uma escola particular localizada no bairro de Boa Viagem, no Recife, foi indiciado pela Polícia Civil sob suspeita de envolvimento em crimes de pedofilia virtual. A conclusão do inquérito foi encaminhada ao Ministério Público de Pernambuco no último dia 9 de abril, que agora deve avaliar se apresenta denúncia à Justiça. As informações são do g1. 

Identificado como Bruno César Pohlmann Batista, de 48 anos, ele é proprietário do Colégio Cristão do Recife e respondeu às investigações em liberdade. Procurada, a defesa informou que o empresário nega as acusações e "se encontra à inteira disposição das autoridades" para colaborar com o andamento do processo.

Dono de escola foi indiciado após investigação por Reprodução

As apurações tiveram início em julho do ano passado. A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre as circunstâncias dos fatos investigados nem sobre a extensão dos supostos crimes atribuídos ao suspeito. De acordo com a legislação brasileira, a pedofilia virtual envolve a produção, o armazenamento ou a disseminação de conteúdos com cenas de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes. No caso em questão, o indiciamento foi fundamentado em dois dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente.

O artigo 241-A prevê punição para quem oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir ou divulgar, por qualquer meio — inclusive digital — material com conteúdo pornográfico envolvendo menores de idade. Já o artigo 241-B trata da aquisição, posse ou armazenamento desse tipo de arquivo, independentemente da forma utilizada.

Em nota, a defesa afirmou que o cliente sustenta sua inocência e reforçou que o caso tramita sob confidencialidade. Segundo ele, o inquérito é sigiloso e, por isso, as informações devem permanecer em "estrito sigilo" para não comprometer o andamento das investigações. A defesa acrescentou ainda que, em razão dessa condição, está impedida de fornecer mais detalhes ou esclarecimentos públicos sobre o caso.

Tags:

Crimes Sexuais Bruno César Pohlmann Batista Diretor de Escola Colégio Evengélico