Cadastre-se e receba grátis as principais notícias do Correio.
Maysa Polcri
Publicado em 3 de abril de 2026 às 20:54
A filha de 7 anos da policial militar Gisele Alves Santana, morta em fevereiro deste ano, aguarda a pensão prevista em lei para filhos com menos de 18 anos de servidores falecidos, prevista pelo Instituto SPPrev, do governo de São Paulo. O principal suspeito de feminicídio é o ex-companheiro de Gisele, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que está preso. >
O g1 de São Paulo revelou que a família da menina protocolou o pedido de pensão, com base na Lei Complementar 1.354/2020, que regula a previdência dos servidores públicos do Estado de São Paulo, em 6 de março. O valor deve ser pago à criança de acordo com o tempo de contribuição da mãe à Polícia Militar, sendo garantido até ela completar a maioridade.>
Tenente-coronel saiu sem algemas e com bancos traseiros
O governo de São Paulo afirmou ao g1 que o processo foi analisado e o primeiro pagamento será efetuado na folha de pagamento em 8 de abril. Ao portal, o advogado José Miguel da Silva Júnior, que representa a famía de Gisele, disse que espera que a menina receba 1,5 de salário mínimo, algo em torno de R$ 2,5 mil por mês. >
Enquanto isso, a Polícia Militar do Estado de São Paulo (PM-SP) colocou na reserva o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Com a decisão, ele terá direito à aposentadoria proporcional por idade, com vencimentos integrais. Antes da prisão, em fevereiro deste ano, o salário bruto era de R$ 28,9 mil, conforme dados do Portal da Transparência do governo paulista.>