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Morte de militar na Amazônia é inaceitável, diz ministra

A ministra afirmou que, quando soube do conflito, determinou a retirada das equipes que estavam atuando no local

  • D
  • Da Redação

Publicado em 14 de novembro de 2013 às 22:13

 - Atualizado há 3 anos

Folhapress

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, classificou como “lamentável” e “inaceitável” a morte de um militar da Força Nacional de Segurança em conflito com invasores da Floresta Nacional de Bom Sucesso, em Rondônia. O soldado Pedro Luiz Souza Gomes, da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, foi atingido por disparo de arma de fogo hoje durante uma operação de desocupação da reserva ambiental. Ele foi socorrido, mas morreu a caminho do hospital.

“É uma tristeza, eu acho lamentável. Nós estamos todos muito abalados no ministério”, disse a ministra em entrevista por telefone. “Estou muito abalada por causa dessa família, por causa desse profissional, por causa da Força de Segurança Nacional, que é uma turma de primeira linha no combate ao desmatamento na Amazônia.”

Ela também afirmou que a morte do militar “gera, em todas as pessoas que trabalham nas unidades de conservação, uma situação de incerteza e de insegurança”, mas evitou falar sobre falhas de planejamento na operação. “Eu quero entender em que circunstância aconteceu essa morte. [...] Estou aguardando as pessoas me darem detalhes”, afirmou. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, 146 agentes participavam da operação de reconhecimento da área, etapa de preparação para a desocupação da floresta, que é uma unidade de conservação da União.

A estimativa da pasta é que cerca de 200 pessoas ocupem ilegalmente a área. “O governador me assegurou que cumpriu a parte dele com a população. É inaceitável, o Brasil não precisa ver isso”, disse Izabella Teixeira. “Fiquei muito impressionada, primeiro quando vi a expressão de preocupação do governador [de Rondônia, Confúcio Moura]. Ele estava muito preocupado. Segundo, a [quando vi] cara do presidente do ICMBio [Roberto Vizentin], ele estava muito abatido.”

A ministra afirmou que, quando soube do conflito, determinou a retirada das equipes que estavam atuando no local. Entre os agentes, havia representantes do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). Ela assegurou, porém, que a operação de desocupação não será interrompida e que a Polícia Federal está analisando qual será a melhor estratégia para atuar a partir de agora. “Estou esperando que se possa resolver isso agora pacificamente.”