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Satélite: líderes da oposição têm duas estratégias para definir chapa nas eleições

  • D
  • Da Redação

Publicado em 16 de janeiro de 2014 às 06:26

 - Atualizado há 3 anos

Líderes da oposição na Bahia centraram fogo em duas frentes para definir a chapa que vai enfrentar Rui Costa (PT) e Otto Alencar (PSD) na disputa pelo governo e o Senado. Em um flanco, se esforçam para seduzir o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) a deixar o páreo interno pelo Palácio de Ondina e se candidatar ao Congresso Nacional. Em contrapartida, ofereceram força máxima de tucanos e democratas para ajudá-lo na briga contra Otto, pacote que inclui apoio financeiro na campanha. Mesmo sem receber garantias de Geddel, fontes do DEM e PSDB afirmam que ele prometeu pensar com carinho na proposta. Ao mesmo tempo, os caciques oposicionistas gastam saliva para convencer Paulo Souto (DEM) a deixar a cautela de lado e batalhar pela candidatura a governador. Nessa tarefa, afirmam, o êxito é maior, o que pode acelerar, para antes do Carnaval, o anúncio sobre a posição de cada um na linha de ataque da aliança antipetista.

Salada cruaO governador Jaques Wagner (PT) recebeu um pepino e tanto para descascar até o fim de semana. Encabeçada pelo líder da base aliada na Assembleia, Zé Neto (PT), uma comitiva de parlamentares bateu à porta da Governadoria para implorar a Wagner o adiamento da saída de Paulo Câmera (PDT) da Secretaria de Ciência e Tecnologia. Querem evitar que Câmera retome o mandato e devolva o deputado Carlos Brasileiro (PT) à suplência, sem que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decida a pendenga judicial que deu a vaga de Brasileiro para Capitão Tadeu (PSB).

Suspense na basePara pressionar Wagner, aliados de Brasileiro argumentaram que seria arriscado perder o vice-líder do governo num momento em que a oposição se articula para dificultar a votação do Orçamento. O governador, no entanto, deixou a resposta no ar. Por outro lado, os advogados de Brasileiro tranquilizaram o petista. Afirmaram que o TSE já decidiu a seu favor e anulou os votos dados a Wank Medrado (PSL) em 2010, argumento usado por Tadeu para ficar com a vaga sub judice. Garantiram que a liminar só não foi cassada por falhas na tramitação da sentença.

Marcha lentaIntegrantes do alto escalão do Palácio de Ondina confidenciaram que o secretário de Saúde, Jorge Solla, só não deixou o cargo porque Jaques Wagner ainda se mantém reticente em relação ao nome cotado para assumir a pasta, considerada estratégica em ano eleitoral. De acordo com aliados de Solla, o governador quer mais tempo para decidir se nomeia o chefe de Gabinete da secretaria, Washington Couto. Enquanto isso, Wagner continua avaliando outros currículos.

Cacique demaisAinda sobre a dança de poder na cúpula do governo petista, Jaques Wagner vai, enfim, concretizar um desejo acalentado desde que foi eleito em 2006: colocar o empresário Fernando Ferrero no comando da Bahiatursa. Nos bastidores, reza a lenda que, logo após assumir, Wagner indicou Ferrero como maior especialista da área para o secretário de Turismo, Domingos Leonelli. Este, diante das credenciais, negou: disse que não poderia mandar em alguém mais experiente do que ele.

PílulaO comando da base governista na Assembleia admite que só conseguirá aprovar o Orçamento de 2014 no fim de janeiro. Com isso, já avisou aos parlamentares do grupo que, este ano, eles ficarão praticamente sem o tão desejado recesso parlamentar e ponto final.Ele tenta de todas as formas alavancar um candidato escolhido na base da amizade, e não por critérios de competência e densidade políticaAntonio Imbassahy (PSDB), deputado federal, ao criticar a minirreforma administrativa de Jaques Wagner