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Aposentados podem pagar menos IR em 2026; veja como usar a dupla isenção

Entenda como aplicar a parcela isenta em dobro para aumentar a restituição e por que rendimentos de aluguel e salário ficam fora da regra

  • Foto do(a) author(a) Juliana Rodrigues
  • Juliana Rodrigues

Publicado em 17 de março de 2026 às 10:16

Estes erros na declaração Imposto de Renda já fizeram muita gente perder a restituição.
Como usar a parcela isenta dupla para aumentar sua restituição e entenda por que rendimentos de aluguéis e salários não entram na regra. Crédito: Foto: Adobe Stock

Para contribuintes acima de 65 anos, a atenção ao declarar o Imposto de Renda é determinante para evitar perdas financeiras. O foco deve ser a parcela isenta dupla, um benefício legal que permite a aposentados e pensionistas protegerem uma cota extra de seus rendimentos antes mesmo das deduções tradicionais.

IMPOSTO DE RENDA por REPRODUÇÃO

Entenda a regra: a dupla isenção para maiores de 65 Anos

A regra da isenção extra para contribuintes com 65 anos ou mais garante um alívio fiscal estratégico sobre os proventos de aposentadoria e pensão. Na prática, a partir do mês de aniversário, o cidadão acumula a isenção comum a todos os brasileiros com uma cota adicional exclusiva de R$ 1.903,98 mensais. Para o ajuste anual de 2026 (ano-base 2025), isso permite que até R$ 24.751,74 somando os 12 meses e o 13º salário, sejam lançados na ficha de "Rendimentos Isentos e Não Tributáveis", ficando protegidos da mordida do Leão. Apenas o valor que ultrapassar esse teto deve ser informado como rendimento tributável, sobre o qual incidirão as alíquotas normais de imposto.

Onde os aposentados mais erram?

Os erros mais frequentes entre aposentados com mais de 65 anos ocorrem, geralmente, pela interpretação equivocada da abrangência do benefício. É fundamental compreender que a isenção extra de R$ 1.903,98 mensais é restrita exclusivamente aos rendimentos de aposentadoria e pensão; portanto, valores provenientes de aluguéis, pró-labore ou salários de quem continua na ativa devem ser lançados como rendimentos tributáveis comuns. Além disso, o contribuinte que recebe dois benefícios como uma aposentadoria do INSS e outra de regime próprio deve estar atento: a cota de isenção dupla só pode ser aplicada uma única vez no ajuste anual. Tentar duplicar esse teto é um erro técnico grave que leva o CPF diretamente para a malha fina da Receita Federal.

Como declarar a isenção 65+

Para garantir o benefício, o contribuinte deve conferir rigorosamente os informes de rendimentos do INSS ou da previdência privada, já que a conferência manual é indispensável mesmo na declaração pré-preenchida. A estratégia correta consiste em lançar o valor da isenção extra no campo 10 da ficha de "Rendimentos Isentos e Não Tributáveis", detalhe técnico que evita o pagamento indevido de imposto e protege o bolso do aposentado.

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Imposto de Renda Malha Fina