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Matheus Marques
Publicado em 17 de março de 2026 às 04:51
Receber pensão alimentícia e ainda ter que dividir uma parte com o fisco sempre foi uma das maiores queixas das famílias brasileiras. Em 2026, esse fantasma ficou definitivamente no passado. Com base na ADI 5.422 do STF, o recebimento desses valores agora é protegido por isenção total, garantindo que o recurso destinado ao sustento e educação chegue integralmente ao destino final. >
Senado vota PL da isenção do imposto de renda
Um ponto crucial para o contribuinte é a possibilidade de olhar para trás. Quem pagou imposto sobre pensão entre 2021 e 2025 pode, e deve, retificar as declarações passadas para reaver os valores corrigidos pela taxa Selic. Esse processo de "limpeza" tributária é um direito garantido e pode significar um fôlego extra no orçamento familiar. Se você recebeu atrasados em 2025 via decisão judicial, a regra de isenção também se aplica integralmente sobre o montante acumulado. >
O site gov.br é autoexplicativo e tem um guia geral com regras de obrigatoriedade e caminhos que você pode percorrer.
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Para evitar cair na malha fina por erros de preenchimento, a organização documental é essencial. Guarde extratos, sentenças judiciais ou escrituras públicas. Lembre-se que você precisará do CPF de quem paga a pensão (o alimentante) para preencher os campos corretamente. O segredo da tranquilidade com o Leão em 2026 é a transparência: informe a origem dos valores para que o aumento do seu patrimônio seja visto como devidamente justificado e em conformidade com a legislação tributária.
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