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Agência Correio
Publicado em 17 de fevereiro de 2026 às 15:05
Presente em quase todas as casas brasileiras, o ovo oferece nutrientes essenciais de forma prática e barata. Ele garante aminoácidos vitais e vitaminas que auxiliam o metabolismo de quem não possui restrições de saúde. >
Apesar desses benefícios, o consumo livre não funciona para todo mundo da mesma maneira. Pacientes com condições crônicas precisam ajustar as quantidades e escolher quais partes do alimento ingerir.>
Ovos cozidos
Antigamente o ovo era visto como um perigo para o colesterol, mas a ciência atual revisou essa percepção. >
Cada gema carrega quase 5 g de gordura, embora a parcela de saturadas seja bem reduzida e não traga muitos riscos para a saúde.>
De acordo com o site polonês Ofeminin, porém, a gema exige que o fígado trabalhe com mais intensidade para processar as gorduras. >
Esse esforço adicional costuma ser prejudicial para quem enfrenta quadros de inflamação ou esteatose hepática (gordura no fígado).>
Entre outras palavras, o ovo faz bem para pessoas saudáveis. Para quem tem problemas no fígado, porém, pode ser melhor consumir com moderação e, se possível, seguir orientação médica ou nutricional.>
Quando há diagnóstico de pancreatite ou doenças semelhantes, o controle alimentar costuma ser mais flexível do que em outras condições clínicas.>
Ainda assim, dietas com baixo teor de gordura são importantes nesses casos para diminuir o risco de crises agudas.>
Como a gordura do ovo se concentra na gema, médicos geralmente sugerem priorizar a clara. Dessa forma, o alimento pode permanecer na rotina sem sobrecarregar o pâncreas.>
Quem sofre de insuficiência renal deve monitorar a ingestão proteica para não prejudicar ainda mais os rins. >
Segundo especialistas, o metabolismo desses alimentos gera resíduos nitrogenados que os rins doentes têm grande dificuldade de filtrar.>
Dessa forma, a redução de itens proteicos, como o ovo, acaba sendo uma recomendação comum dos médicos.>