Cadastre-se e receba grátis as principais notícias do Correio.
Agência Correio
Publicado em 30 de janeiro de 2026 às 22:00
Uma massiva erupção solar de classe X, a categoria mais alta da escala de intensidade, atingiu a Terra com uma velocidade impressionante de aproximadamente 1.700 km/s. Este evento espacial gerou preocupação imediata entre cientistas e autoridades globais devido ao seu potencial de interferência em sistemas vitais. >
De acordo com a NOAA, o fenômeno provocou uma tempestade de radiação solar severa (S4) e uma instabilidade geomagnética de nível G4. >
Erupsão solar
Consequentemente, a infraestrutura tecnológica que sustenta o nosso cotidiano digital passou a ser monitorada de forma rigorosa para evitar falhas sistêmicas em diversos setores.>
A radiação de alta energia proveniente deste evento solar afeta diretamente os satélites que orbitam o nosso planeta agora. >
Assim, as empresas de telecomunicações identificaram riscos iminentes nos setores de controle dessas máquinas espaciais tão fundamentais para a vida moderna.>
A Starlink e outras provedoras de internet via satélite já estão acompanhando de perto qualquer sinal de deterioração nos serviços.>
Principalmente nas regiões de altas latitudes, os usuários podem perceber instabilidades na conexão durante este período de atividade magnética intensa.>
Os operadores de infraestrutura elétrica reforçaram os protocolos de segurança para lidar com as correntes geomagnéticas induzidas. >
Por isso, eles realizam o redirecionamento estratégico de cargas e a desconexão de seções críticas para evitar danos maiores aos equipamentos de transmissão.>
Embora o fenômeno seja intenso, o monitoramento constante impediu que ocorressem apagões generalizados ou interrupções na telefonia móvel. No Brasil, os efeitos tendem a ser menores, mas a vigilância em comunicações de rádio e operações offshore continua sendo prioridade técnica máxima.>
Especialistas alertam que, apesar de a situação atual estar sob controle, este episódio serve como um lembrete importante. Eventos históricos como o “Evento Carrington” de 1859 mostram que tempestades maiores podem causar danos permanentes na rede elétrica. >
Se novas erupções dessa magnitude continuarem ocorrendo, o sistema global de internet poderá sofrer impactos profundos.>
Portanto, o desenvolvimento de redes mais resilientes é essencial para garantir a segurança tecnológica no futuro. Atualmente, a prioridade das agências espaciais é manter a estabilidade dos backbones de GPS e evitar a perda total de sincronia nos dados mundiais.>