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Matheus Ribeiro
Publicado em 15 de março de 2026 às 15:00
O engenheiro argentino Marco Agustín Secchi desenvolveu o Ironplac, um cimento magnético capaz de transformar paredes em superfícies funcionais. Essa tecnologia permite pendurar objetos variados sem usar furadeiras ou martelos. >
O sistema consiste em um material magnetizável que se integra perfeitamente a revestimentos e placas de construção. Com isso, ferramentas, quadros e outros itens podem ser fixados magneticamente com alta potência e segurança.>
Construção civil - quanto ganham
Além de facilitar a organização, a novidade promete impactar a indústria da construção civil. O projeto já possui protótipos funcionais que demonstram como as paredes deixam de ser apenas elementos passivos dentro dos ambientes.>
O material é aplicado como um revestimento tradicional, bastando misturar o pó com água. A principal diferença é que a fórmula incorpora componentes específicos que respondem à presença de ímãs comuns.>
Dessa forma, qualquer objeto que possua um ímã pode ser fixado e movido livremente pela parede. Isso cria um espaço adaptável para as necessidades do usuário, seja em cozinhas, oficinas ou escritórios.>
É importante destacar que o Ironplac não gera campos magnéticos ativos no ambiente. O material atua apenas como uma superfície passiva, reagindo somente quando entra em contato direto com o ímã do objeto.>
Atualmente, o projeto é considerado versátil, pois pode ser utilizado tanto em obras úmidas quanto em obras secas. Essa flexibilidade amplia o uso para diversos locais, incluindo escolas e hospitais que buscam mais praticidade na organização dos ambientes.>
Embora o produto ainda não esteja disponível para venda, ele já conta com proteção de propriedade intelectual. O inventor agora busca parceiros industriais e financiamento para ampliar a produção e levar a tecnologia ao mercado.>
Se a produção ganhar escala, furar paredes para pendurar quadros ou objetos pode se tornar coisa do passado. A integração dessa tecnologia promete mudar a forma como interagimos com os espaços onde vivemos e trabalhamos.>