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Síndrome de Domingo à noite: 5 dicas para vencer a ansiedade das segundas-feiras

Planejamento, brain dump e um ritual simples antes de dormir ajudam a reduzir o peso do fim do domingo

  • Foto do(a) author(a) Luiz Dias
  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Luiz Dias

  • Agência Correio

Publicado em 23 de março de 2026 às 11:05

Os seus domingos não precisam ser uma tortura pré-segunda
Os seus domingos não precisam ser uma tortura pré-segunda Crédito: Freepik

O aperto no peito quando o domingo começa a acabar e a música do Fantástico parece avisar que o descanso terminou, tem nome: Sunday Scaries, ou síndrome de domingo à noite.

A sensação mistura ansiedade, irritação e dificuldade de relaxar diante da segunda-feira. A boa notícia é que pequenas decisões no fim do dia ajudam a tirar peso da cabeça e devolver a sensação de controle.

A prática de yoga às cegas ajuda a reduzir a ansiedade (Imagem: StockPhotoDirec | Shutterstock) por Imagem: StockPhotoDirec | Shutterstock

Planejamento antecipado

Gastar 15 minutos para olhar a agenda da segunda não é transformar o domingo em expediente. É só reduzir o medo do desconhecido. Quando a pessoa define horário, prioridade e primeira tarefa, a manhã seguinte deixa de parecer um bloco confuso.

Também vale separar roupa, almoço, mochila ou o que for necessário para sair de casa. Quanto menos decisões ficarem para a manhã, menor a chance de começar o dia no improviso e já em estado de alerta.

Poder do desabafo no papel

Outra tática simples é fazer um brain dump, nome dado ao hábito de despejar no papel tudo o que está rondando a mente, de pendências a pequenos medos. Não precisa ficar bonito. Precisa sair da cabeça.

Ao listar preocupações, a pessoa transforma um incômodo difuso em algo concreto e administrável. Esse movimento conversa com a lógica de escrever tudo em um papel para aliviar a carga emocional e enxergar o que realmente exige ação.

Desconexão estratégica

Checar e-mails, grupos do trabalho e mensagens no domingo à noite costuma reabrir a semana antes da hora. O que parecia só uma olhadinha vira gatilho para cobrança, comparação e pressa.

Por isso, uma regra clara ajuda: depois de certo horário, nada de trabalho no celular. O descanso fica mais protegido quando o leitor evita telas e práticas estimulantes perto da hora de dormir e separa lazer de obrigação.

Ritual curto para desacelerar

Os últimos 30 ou 40 minutos da noite precisam sinalizar calma. Luz mais baixa, banho morno, leitura leve, respiração guiada ou música tranquila funcionam melhor do que notícias pesadas, rolagem infinita ou qualquer conteúdo que acelere a mente.

O objetivo não é criar uma rotina perfeita, mas repetir um ritual possível. Quando o corpo percebe esse padrão, fica mais fácil sair do modo de vigilância e entrar no modo de descanso.

Acordo gentil com a segunda-feira

A quinta tática é combinar com a segunda um começo mais realista. Em vez de imaginar um dia impossível, escolha uma primeira missão curta, responda o essencial e reserve alguns minutos para retomar o ritmo sem se atropelar.

Se a ansiedade de domingo aparecer toda semana, atrapalhar o sono ou contaminar o restante da rotina, o sinal merece atenção. Nesse caso, o melhor caminho é procurar ajuda profissional e investigar o que está por trás desse alerta recorrente.