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Sertanejo Conrado lamenta morte de filho gêmeo três horas após o parto: 'Foi tão guerreiro'

Cantor sofreu acidente que matou sua dupla, Aleksandro

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Publicado em 4 de junho de 2024 às 18:01

O cantor sertanejo Conrado lamentou a morte de um dos filhos gêmeos, Miguel, nesta segunda-feira, 3. Segundo o artista, o bebê morreu três horas após o parto. Ele não informou a causa da morte.

"Você foi tão valente, meu filho. Tão guerreiro", escreveu Conrado em uma publicação no Instagram. "Seu pai tem tanto orgulho. Você me ensinou tanto em poucas horas sobre amor, sobre respeitar as vontades de Deus."

Na postagem, o sertanejo pediu para que Miguel "olhe pelo seu pai e sua mãe" para que sejam "bons pais" para o irmão do bebê, Bernardo. "Vá em paz, meu filho. Te amo e te amarei para sempre, meu Miguel", disse.

Anna Moraes, mulher do artista, também prestou uma homenagem ao filho em um texto publicado nos stories da rede social. "Hoje é o dia mais importante da minha vida e também o mais triste. Ganhei e perdi um filho. Como lidar? Ainda não sei", escreveu.

Anna afirmou estar com o "peito dilacerado" e disse que Miguel "jamais será esquecido". Ela também informou que Bernardo está "saudável e cheio de saúde". "Bernardo precisa muito de mim, e eu preciso muito dele. Sei que ele vai ser a minha maior motivação e a minha força para a vida inteira", declarou.

Cantor sofreu acidente que matou sua dupla, Aleksandro

Em 2022, Conrado sofreu um grave acidente que matou sua dupla, o cantor Aleksandro. À época, o ônibus que levava os artistas capotou na Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), próximo à cidade de Miracatu, no Vale do Ribeira, São Paulo. Um pneu do veículo havia estourado.

Além de Aleksandro, outras cinco pessoas morreram. Conrado chegou a ficar 46 dias internado e passou por três cirurgias. Em entrevista concedida ao Fantástico à época, o cantor descreveu se sentir "um milagre".

No ano passado, o Ministério Público de São Paulo denunciou o motorista do ônibus, Valdoir Eurípides da Silva, por seis homicídios culposos. Na ocasião, o promotor de Justiça Jonathan Vieira de Azevedo disse que Valdir "trafegou em velocidade incompatível com a via e superior à indicada como segura pela fabricante ao modelo dos pneus do ônibus" e não parou o veículo após passar por um buraco na pista. O motorista não se manifestou sobre o caso.