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Da Redação
Publicado em 9 de fevereiro de 2016 às 15:15
- Atualizado há 3 anos
Desde o primeiro dia de Carnaval (3), até às 7h da manhã desta terça-feira (9), os agentes de fiscalização da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), já realizaram 57.152 de apreensões de equipamentos irregulares, utilizados por comerciantes informais nos principais circuitos da folia. >
No total, o número de apreensões por venda imprópria de água, refrigerante e cerveja, Ice e Sminorff já é 76% a mais do que no Carnaval de 2015 (38.974). >
VEJA TUDO O QUE ESTÁ ROLANDO NO CARNAVAL(Foto: Betto Jr./Arquivo CORREIO)Além das apreensões por venda imprópria, de produtos que não são da marca patrocinadora da festa, aconteceram 220 apreensões de carrinhos de supermercado, carros prancha, carros de mão e 422 litros de bebidas acondicionadas em recipientes de vidro.>
Apreensões>
Um grupo com cerca de 50 vendedores ambulantes voltaram a protestar nesta terça-feira (9) contra a venda exclusiva de uma marca de cerveja nos circuitos oficiais do Carnaval de Salvador neste ano. Segundo a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), o grupo que participou das manifestações é do interior e não conhece as normas da cidade. Ainda de acordo com a pasta, a venda de outras marcas não será liberada.>
Os manifestantes se reuniram na frente do Farol da Barra por volta das 11h. Eles chegaram a colocar fogo em pedaços de papelão, mas o fogo foi rapidamente apagado e o local limpo pela prefeitura.>
Nesta segunda-feira (8), por volta das 15h, o grupo ateou fogo em pedaços de madeiras em dois pontos do circuito Barra-Ondina. Por conta do protesto, o desfile do Dodô, com saída de Bell Marques, atrasou em 40 minutos.>
BAIXE O FAROL: O APLICATIVO QUE VAI TE GUIAR NO CARNAVAL>
Segundo a secretária Rosemma Maluf, essa não é a primeira vez que o esquema é adotado na festa, já que o Carnaval foi patrocinado e houve a exigência de venda exclusiva."Tá controlado. Muitos desses ambulantes são do interior. São ambulantes de oportunidade, que não trabalham regularmente no dia a dia da cidade. Não sabem as normas, desconhecem o ordenamento que é feito em Salvador, de forma pacífica e ordeira, e fizeram resistência às nossas normas. A maioria dos manifestantes é de Feira de Santana, Cruz das Almas e Alagoinhas. Por isso, a reação".>