CANOAGEM VELOCIDADE

Isaquias Queiroz se destaca na Copa do Mundo e vai à final do C1 500

Baiano liderou baterias e avançou à decisão na Hungria

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Publicado em 10 de maio de 2024 às 15:43

Isaquias Queiroz está na final do C1 500 da Copa do Mundo de Canoagem Velocidade
Isaquias Queiroz está na final do C1 500 da Copa do Mundo de Canoagem Velocidade Crédito: Fabio Canhete/Canoagem Brasileira

De volta às competições internacionais após quase um ano - não disputou o Pan-Americano para se dedicar à família - Isaquias Queiroz começou muito bem sua participação na Copa do Mundo de Canoagem Velocidade, disputada em Szeged, na Hungria, ao se garantir na final do C1 500 deste sábado (11) - prova que não estará em Paris-2024 - ganhando suas duas baterias e com a melhor marca do dia.

Nas semifinais, o quatro vezes campeão no mundo na modalidade melhorou o tempo das eliminatórias e voltou a vencer, desta vez com 1min50s91, demonstrando que já está muito forte fisicamente. Na final deste sábado, às 9h44 (de Brasília), o canoísta baiano terá como principal oponente, o ucraniano naturalizado moldávio Serghei Tarnovschi.

Isaquias Queiroz demonstrou que vai chegar forte para a defesa do título em Paris-2024 no C1 1000. Mesmo que a prova desta sexta-feira não esteja no cardápio, ele abriu o dia com uma eliminatória em altíssimo nível no C1 500, superando o segundo colocado da bateria em quase cinco segundos.

Com início bem forte, Isaquias se garantiu na semifinal com vitória com 1min52s93. Fez quase cinco segundos sobre o segundo colocado, mesmo dando uma relaxada no fim. Gabriel Assunção também venceu sua bateria das eliminatórias, ainda mais rápido que o compatriota, ao fechar em 1min51s97. Mas não repetiu o desempenho e acabou caindo com o quarto lugar na semifinal (1min53s66).

Isaquias está encarando a Copa do Mundo como a preparação final para chegar forte em Paris-2024. Ele afirmou em vídeo na Confederação Brasileira de Canoagem(CBCa), antes da competição, que seria um teste definitivo para suas reais chances na olimpíada. E definiu a participação na Hungria como um "aquecimento".