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Ministério do Esporte volta atrás e promete pagar Bolsa Pódio aos atletas

Governo só havia pagado 5 das 12 parcelas previstas no contrato

  • Foto do(a) author(a) Da Redação
  • Da Redação

Publicado em 26 de setembro de 2024 às 16:15

Atletas medalhistas com o governo brasileiro
Atletas medalhistas com o governo brasileiro Crédito: Yara Aquino | Agência Gov

O Ministério do Esporte voltou atrás em sua decisão e afirmou que vai pagar todas as parcelas do programa Bolsa Pódio a atletas que competiram em Paris neste ano. O governo havia pagado apenas 5 das 12 parcelas acordadas.

Em nota publicada na última quarta-feira (26), o Ministério decidiu pagar o valor cheio do contrato aos 273 atletas brasileiros que estão ranqueados entre os 20 melhores mundialmente em suas modalidades. No projeto, que é a categoria mais alta do Bolsa Atleta, os atletas ganham de R$5.500 a R$16 mil por mês.

Anteriormente, havia sido dito que as regras do Bolsa Pódio definiam que os pagamentos não poderiam ser realizados após o final das Olimpíadas e Paralimpíadas. O governo alegava que os pagamentos poderiam ser feitos em 12 parcelas, ou até o final dos jogos, valendo a alternativa que se realizasse primeiro.

Atletas concorrentes ao prêmio em dinheiro questionaram, e expuseram o não pagamento de sete parcelas das devidas, afirmando que o final das competições não deveria afetar o pagamento.

Os pagamentos começaram em maio, chegando a R$75 mil de valores pagos para os atletas ranqueados no top 3 mundial. Frente ao descumprimento, atletas redigiram um email a André Fufuca (PP-MA), ministro responsável pela pasta, afirmando que se dedicaram integralmente ao esporte e levaram o nome do Brasil para o mundo inteiro.

De acordo com a Folha de S. Paulo, Fufuca já estava trabalhando no novo edital do programa, para as Olimpíadas e Paralimpíadas de Los Angeles, em 2028.

Ao voltar atrás na decisão, o Ministério do Esporte afirmou que o pagamento do valor cheio reforça o compromisso com o desenvolvimento do esporte de alto rendimento no Brasil.

Novas regras foram implementadas, como punições para atletas envolvidos com manipulações de apostas, e uma correção nos valores pagos, subindo a bolsa mais alta, destinada aos ranqueados no top 3 mundial, das doze parcelas de R$ 15 mil para parcelas de R$16.629.