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Da Redação
Publicado em 15 de agosto de 2024 às 14:09
A taxa de desocupação na Bahia (11,1%) foi a segunda maior no país durante o segundo trimestre de 2024, ficando atrás apenas de Pernambuco (11,5%). O índice segue bem acima da nacional (6,9%) e equivale a mais de três vezes o verificado em Santa Catarina, que tem a menor taxa de desocupação do Brasil (3,2%). Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (15).
Apesar da colocação no ranking nacional, o número representa uma queda em relação aos primeiros três meses do ano e foi o menor para um 2º trimestre em uma década, desde 2014, quando tinha sido de 10,2%. Agora, o indicador para o estado voltou a recuar após ter crescido entre o 4º trimestre de 2023 e o 1º trimestre de 2024.
A taxa de desocupação mede a proporção (em %) de pessoas de 14 anos ou mais de idade que estão desocupadas (não trabalharam e procuraram trabalho) em relação ao total de pessoas que estão na força de trabalho, seja trabalhando (pessoas ocupadas) ou procurando (desocupadas).
Já Salvador registrou, no segundo trimestre deste ano, uma taxa de desocupação maior do que a do estado como um todo (15,0%), embora tenha apresentado queda frente ao trimestre anterior (quando havia sido de 16,2%) e ao 2º trimestre de 2023 (16,0%).
A capital baiana manteve a maior taxa de desocupação entre as capitais brasileiras pelo quarto trimestre consecutivo. Na Região Metropolitana de Salvador (RMS), a taxa de desocupação ficou idêntica à da capital: 15,0% no 2º trimestre de 2024.
O índice também foi o maior do país entre as regiões metropolitanas das capitais, mesmo tendo mostrado queda frente ao trimestre anterior (quando havia sido de 16,7%) e ao 2º trimestre de 2023 (16,6%).