Com ajuda da PM, homem finge estar sendo preso para pedir namorada em casamento

em alta
07.07.2022, 12:25:02
(Foto: Divulgação / PM-RJ)

Com ajuda da PM, homem finge estar sendo preso para pedir namorada em casamento

'Eu quase faleci', disse noiva

Morador do Rio de Janeiro, Marcos Veloso quis inovar no pedido de casamento. Com a ajuda de policiais militares, ele fingiu estar sendo preso pelos agentes de segurança para pedir a sua namorada em casamento. 

O caso ocorreu no bairro Ramos, na capital fluminense, no dia 27 de junho, e ganhou repercussão na última semana.

Marcos disse para sua companheira, Shirley Mclaynne Rinaldi, que eles haviam comprado um carro roubado em sua cidade e, por conta disso, ele estava sendo preso. Os policias disseram que, além dele, Shirley também ia ser presa.

No momento em que ela foi buscar a bolsa para acompanhar os agentes, um dos policiais entregou a caixinha que continha o anel para Marcos, ele se ajoelhou e fez o pedido de casamento. A cena foi registrada pela amiga do casal.

"Eu quase faleci", contou Shirley nas redes sociais sobre que a surpresa, que começou com o "anúncio" da sua prisão e terminou com o pedido de casamento. Depois do susto, Shirley disse "sim". 

"Ela é surpreendente, eu amo essa mulher demais. Não tenho nem palavras. Ela é incrível, só de estar perto dela eu me arrepio, coração dispara", disse Marcos à reportagem da TV Globo.

Mas esta não foi a primeira vez que Marcos surpreendeu a noiva. O pedido de namoro, por exemplo, foi feito dentro de uma lanchonete onde os dois estavam.

"Ele me chamou, olhei para trás, e ele estava ajoelhado. Todo mundo começou a bater palma, um alvoroço. Ele gosta dessas coisas", relembrou Shirley.

Veja o vídeo:

***

Em tempos de desinformação, o CORREIO continua produzindo diariamente informações nas quais você pode confiar. E para isso precisamos de uma equipe de colaboradores e jornalistas apurando os fatos e se dedicando a entregar conteúdo de qualidade e feito na Bahia. Já pensou que você além de se manter informado com conteúdo confiável, ainda pode apoiar o que é produzido pelo jornalismo profissional baiano? E melhor, custa muito pouco. Assine o jornal.


Relacionadas