CoronaVidas doa 50 mil máscaras Face Shield para hospitais públicos da Bahia

coronavírus
24.04.2020, 17:06:00
Atualizado: 24.04.2020, 17:06:39
(Foto: Divulgação)

CoronaVidas doa 50 mil máscaras Face Shield para hospitais públicos da Bahia

Braskem está entre os parceiros e forneceu insumos para a fabricação das máscaras

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A rede pública de saúde de Salvador e do interior da Bahia receberá a doação de 50 mil máscaras do tipo Face Shield para ajudar no tratamento de pacientes com Covid-19. A produção dos itens, a partir do molde para injeção do plástico, é capitaneada pelo projeto CoronaVidas, que une indústrias, gestores públicos e sociedade civil no enfrentamento ao novo Coronavírus. 

O equipamento cria uma barreira mecânica contra respingos. Assim, aumenta a proteção aos profissionais de saúde, evitando que haja o contato com gotículas de salivas e fluídos nasais dos infectados.

Entre os participantes da parceria da CoronaVidas, está a Braskem, que forneceu insumos para a fabricação do modelo. Essa matéria-prima foi encaminhada para a Injeplast, indústria de artefatos plásticos, que produziu as Face Shields.

“Acreditamos no impacto positivo da tecnologia e das soluções da química e do plástico no enfrentamento do novo Coronavírus. Por isso, unimos esforços para mitigar os impactos da pandemia em nosso estado”, disse Carlos Alfano, Diretor Industrial da Braskem na Bahia.

O projeto CoronaVidas também possui iniciativas no Rio de Janeiro, São Paulo, Amazonas e Mato Grosso do Sul. Todo o material produzido vem de doações e é destinado às unidades de saúde desses estados.

“Consideramos que prevenir é melhor que remediar e a ajuda do CoronaVidas segue essa máxima - a da prevenção”, explicou Fábio Barreto, professor e pesquisador do Instituto Federal da Bahia (IFBA) e voluntário do CoronaVidas.

"A pandemia tem exigido uma tomada de decisão rápida e uma postura criativa frente aos desafios que está impondo à sociedade. Nesse momento em que temos que ficar separados – isolados socialmente – estaremos juntos, de mãos dadas, trabalhando coletivamente, mas com uma unidade que pretende vencer essa guerra”, completou Antônio Cordeiro, professor do Instituto Federal da Bahia (IFBA) e Unopar Candeias, que também atua na iniciativa.

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