Ex-caminhoneiro baiano constrói império do som e investe US$ 2 mi em tecnologia

bahia
16.08.2021, 14:59:38
Atualizado: 16.08.2021, 15:11:16
Antonio Flávio, Antonio Moisés (centro) e Guilherme Santos da Amvox (Foto: Divulgação)

Ex-caminhoneiro baiano constrói império do som e investe US$ 2 mi em tecnologia

Antonio Moisés fundou a Amvox, empresa de eletroeletrônicos com sede em Camaçari, há 18 anos; conheça a história

Quando ligava o rádio do caminhão nos longos trajetos que fazia como caminhoneiro, Antonio Moisés não imaginava que, anos depois, ele quem seria o fabricante do equipamento de som que alegrava suas jornadas. A Amvox (www.amvox.com.br), empresa de eletroeletrônicos fundada por ele, completa 18 anos e aposta na música para embalar os brasileiros e em produtos direcionados ao lazer. Na contramão da crise, a empresa cresceu 65% na pandemia e investiu US$ 2 milhões em tecnologia para manter o ritmo acelerado.

"O mercado muda e a gente se adapta para acompanhar - e para antever tendências", diz Antonio Moisés, que dá voz à empresa como conselheiro após ter passado o comando a dois filhos, Guilherme Santos e Antonio Flávio Santos, que o acompanham desde o início da empreitada. Do transporte de materiais de construção ele montou uma empresa de distribuição de cimento e conseguiu abrir lojas desses produtos na próspera região cacaueira da Bahia. Apaixonado pela estrada, trouxe de uma viagem aos Estados Unidos uma motocicleta para desbravar o país, em 1988. Em outras férias, foi a vez de um carro e de algumas encomendas para amigos, cujos pedidos eram constantes e seguiram sucessivamente.

O baiano enxergou, então, a oportunidade de trabalhar com importação e fez parceria com uma empresa americana - de quem foi representante de eletrônicos de 1991 a 2002. No ano seguinte nascia a Amvox, que adquire peças da China, faz a montagem dos eletroeletrônicos no Brasil - na fábrica em Camaçari (BA) -, e distribui em todo o Brasil. "A experiência como trade nos trouxe o aprendizado de que é fundamental selecionar e controlar a qualidade dos produtos. Passamos, então, a ir para China para escolher nossos próprios fornecedores, criteriosamente", conta Guilherme, diretor comercial da companhia, que aprendeu o básico de mandarim, apesar de se comunicar em inglês nas negociações.

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