Feriadão vem aí: dicas para turistar sem sair de Salvador

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24.08.2018, 14:15:00
Atualizado: 28.08.2018, 15:48:05
Para a blogueira Ana Tavares, aproveitar a baixa-mar perto do Farol da Barra é ótima pedida pro feriadão (Foto: Divulgação)

Feriadão vem aí: dicas para turistar sem sair de Salvador

Confira as indicações de @Soteropobretano e @Aninha_pt pra curtir dias de folga sem sair de Salvador no 7 de setembro

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Feriadão de sete de setembro tá chegando, mas cadê dinheiro pra viajar? O bom de morar em cidade turística é que dá pra viver dias de férias sem ir muito longe.

Para dar ideias de rolés nos feriadão, convidamos dois turistas profissionais que são experts de curtir a vida em Salvador:  Ana Tavares, a @aninha_pt no Instagram, e Iuri Barreto, criador do Guia de Sobrevivência do Soteropobretano. Confira as dicas, arrase na sexta e no sábado e tire o domingo pra descansar.

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Uma sexta solar - por @aninha_pt

As piscinas naturais que se formam perto do Farol da Barra são uma das dicas de Aninha pro feriado (Foto: Aninha_pt/Divulgação)

“Meu feriado começaria já na quinta-feira, checando a tábua de maré na internet, através do site: tabuademares.com/br/bahia/salvador). A baixa-mar, às 7h46, me dá um motivo ótimo para acordar bem cedo no feriado. A missão é aproveitar as piscinas naturais que se formam do lado esquerdo do Farol da Barra.  Sempre rolam surpresas em relação aos locais onde elas se formam. Mas, independente da localização, a transparência da água e o mar quentinho nunca decepcionam.

A sorveteria Glacier Laporte, no Pelourinho, tem sorvetes artesanais e sabores impressionantes (Foto: Angeluci Figueiredo/Arquivo Correio)

O combo banho de mar por ali mais queijo coalho e água de coco (entre R$ 2 e R$ 3) é amor! Depois voltaria para casa, para almoçar em família.

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O Santo Antônio Além do Carmo tem lindas casas em estilo colonial (Foto: Angeluci Figueiredo/Divulgação)

Aí seguiria num passeio pelo Centro Histórico. Com uma parada estratégica para tomar sorvete em Le Glacier Laporte (Largo do Cruzeiro de São Francisco, 21, Pelourinho). Lá, me depararia com a difícil decisão de escolher um sabor só. Tem Baianada (doce de casca de limão com rapadura), Cocana (coco verde com cachaça), Caraíba (acerola, limão e gengibre), Pitanga Preta... Uma bola custa R$ 8, duas R$ 12. No cascalho tem adicional de R$ 1. Só aceita dinheiro.

O pôr do sol no Cafelier é imperdível (Foto: Aninha_pt/Divulgação)

O ambiente externo é superfofo e convida a sentar e observar o movimento. Andaria do Pelô até o Carmo, com suas casinhas coloridas, e pararia no Cafelier para assistir ao pôr do sol na Baía de todos os Santos com a melhor limonada da vida (R$ 12)”.

Um sábado cult - por @Soteropobretano

A vista do Forte de São Diogo é privilegiada: lá também fica o Espaço Carybé de Artes (Foto: Betto Jr./Arquivo CORREIO)

“Sábado, pra mim, é de lei bater perna no Centro, principalmente na homenageada do feriadão - a Avenida Sete de Setembro. Pego meu metrô, desço na Lapa e passo no Dois de Julho pra comer na Padaria Bola Verde (R$ 1,80 o pão na chapa com manteiga e R$ 3 o sonho). Depois, tem o Malassado do Restaurante Caxixi (R$ 44,50 para dois).

O sonho da Bola Verde, no Dois de Julho, é uma delícia (Foto: Angeluci Figueiredo/Arquivo CORREIO)

De lá, percorro toda a avenida, que vai ganhando apelidos até chegar ao Farol da Barra. Se der sorte e encontrar os lugares abertos, dá pra visitar vários museus e centros culturais gratuitos, a começar pela Caixa Cultural, na R. Carlos Gomes (em cartaz as exposições Mariana, de Christian Cravo, e O Tempo Dos Sonhos: Arte Aborígene Contemporânea da Austrália).

O Malassado do Caxixi (Foto: Angeluci Figueiredo/Arquivo CORREIO)

No Corredor da Vitória tem o Goethe Institut e o Museu de Arte da Bahia. Antes, vale checar na internet as programações do Teatro Vila Velha (vai ter Os Demônios, 20h, R$ 30 inteira) e do TCA. Se for o caso, já passe na bilheteria para garantir o ingresso.

A exposição Mariana, de Christian Cravo, está em cartaz na Caixa Cultural, na Rua Carlos Gomes (Foto: Christian Cravo/Divulgação)

No fim, sempre faço um desvio na R. da Graça para dar um pulo no Palacete das Artes - ainda que você não vá conferir as exposições, a área externa do casarão é excelente para recarregar a bateria.

O Museu de Arte da Bahia (Foto: Angeluci Figueiredo/Arquivo Correio)

Se ainda tiver fôlego, desço a Ladeira da Barra e vou assistir ao pôr do sol do Forte São Diogo, com vista privilegiada e entrada gratuita - o ingresso só é cobrado para o Espaço Carybé de Artes, na parte interna”.

O Palacete das Artes (Foto: Evandro Veiga/Arquivo Correio)

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